[VARIEDADES] Hamill relembra Fisher em mensagem emocionante.

Depois de um tuíte em que ele disse que não tinha “palavras” para a passagem de Carrie Fisher, sua amiga e colega de Star Wars, Mark Hamill postou no Facebook uma mensagem sincera. Nela, ele lembrou sua amiga “ferozmente independente” e “selvagemente engraçada” e expressou sua dor em perder um “membro insubstituível da família”.

(via Entertainment Weekly)

“Nunca é fácil perder um membro vital e insubstituível da família, mas isso é absolutamente doloroso”, escreveu Hamill. “Carrie era um tipo [de pessoa] que pertencia a todos nós, quer ela gostasse ou não. Ela era A NOSSA princesa, maldita seja, e a atriz que a interpretava era uma mulher linda, ferozmente independente e selvagemente engraçada, que tomava o nosso fôlego coletivo. Determinada e resistente, mas com uma vulnerabilidade que faz você torcer por ela e querer que ela tenha sucesso e seja feliz. Ela desempenhou um papel crucial na minha vida profissional e pessoal, e ambas seriam muito mais vazias sem ela. Agradeço o riso, a sabedoria, a bondade e até mesmo a porcaria mal-humorada e autoindulgente que minha amada gêmea-espacial me deu ao longo dos anos. Obrigado, Carrie. Eu te amo, mh”.

A presidente da Lucasfilm Kathleen Kennedy também emitiu uma declaração sobre a morte de Fisher, dizendo:

“Carrie tem um lugar tão especial no coração de todos na Lucasfilm, e é difícil pensar em um mundo sem ela. Ela era a princesa Leia para o mundo, mas uma amiga muito especial para todos nós. Ela tinha um espírito indomável, uma inteligência incrível e um coração amoroso”.

Mais conhecida por seu papel icônico como a Princesa Leia em “Star Wars”, filha do cantor Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynolds, Fisher ganhou fama com o lançamento do clássico filme de ficção científica, mas também se seu filme semiautobiográfico “Lembranças de Hollywood”, e por sua carreira como um dos principais roteiristas de Hollywood, responsável por polir as tramas de “Hook – A Volta do Capitão Gancho”, “Arma Mortífera 3”, “Mudança de Hábito”, “Pânico 3” e prequelas “Star Wars”.

Ela reprisou o papel de Leia Organa em “Star Wars: O Despertar da Força” de 2015 e em Star Wars: Episódio VIII, que terminou de ser filmado há vários meses. Fisher também lançou um livro em 2016, “O Diário da Princesa”, que reúne as notas que escreveu durante as filmagens da trilogia original de Star Wars.

“Por que toda esse agito sobre a admissão de Carrie sobre o affair que ela teve com Harrison Ford? Eu tenho que admitir que eu dormi com o pai dela também! Livro novo no dia 11/22!” – Tuitou a mãe de Fisher, a atriz Debbie Reynolds.

Embora tenha sido uma fonte de inspiração para milhões de fãs, Fisher enfrentou uma série de dificuldades quando jovem atriz em Hollywood. Enquanto gravava os filmes de “Star Wars”, tornou-se dependente de drogas e foi diagnosticada como tendo transtorno bipolar. Depois de uma forte recaída em 1985, a atriz transformou a sua vida. Escreveu um livro sobre suas experiências, “Postcards from the Edge”, que serviu de base para o filme “Lembranças de Hollywood” estrelado por Meryl Streep como Suzanne Vale, o alter ego de Fisher.

Além de seus papéis como atriz e roteirista, Fisher também foi um ícone feminista que empregava a sua fama como princesa Leia a fim de encorajar outras mulheres a lutarem pelo melhor em suas vidas. Em meados de 2016, Fisher lançou uma coluna de conselhos no jornal britânico The Guardian. Intitulado “Conselho do Lado Negro”, a coluna era orientada especificamente para jovens leitores e os estimulava a relatar seus problemas e a pedir ajuda.

 

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