[VARIEDADES] 13 Armas que você Adoraria ter. E pode! (Especificações, modelos e onde comprar)

Há quem diga que as armas surgiram quando o primeiro homem das cavernas (ou qualquer coisa muito parecida com isso) resolveu delimitar os direitos de seus colegas e aumentar os próprios poderes. Bem, é uma questão de lógica que todo macho-alfa precisa ser grande, forte, ou armado. Ou tudo isso.

Mas a verdade é que eu tenho a teoria (e sei que não estou sozinha) de que as pessoas começaram mesmo a se desentender e fabricar objetos mortais quando começaram a decidir o que era bolacha ou biscoito. 

As origens das armas dependem da formação de cada civilização. Mas é interessante notar como o comportamento beligerante e as semelhanças entre as técnicas de criação e o design dos instrumentos é muito próximo, mesmo que muitas armas praticamente iguais tenham sido feitas com grande diferença de tempo entre uma e outra, e por povos muitíssimo distantes.

E como uma das paixões de muitos nerds e colecionadores aleatórios é justamente montar, admirar, polir e arrumar um belo arsenal, cá estamos nós, deixando nossos nerds leitores com água na boca.

Aqui vão algumas arminhas que você, certamente, adoraria ter.

Nota da redatora: As armas apresentadas neste post, assim como qualquer outra arma a qual se faça referência, não tem função de promover apologia à violência. Colecionadores de armas sabem muito bem que seus preciosos objetos de decoração têm uma história e servirão no máximo para a prática de um esporte. 

O Nerd Geek Feelings não apoia a violência. 

1. Espada larga ou medieval

A espada larga, espada de lâmina larga ou espada longa (em inglês: longsword) era uma das maiores espadas medievais ocidentais, perdendo somente para a espada montante. Era muito pesada e sua lâmina media em torno de noventa centímetros. Era uma arma muito comum entre os nórdicos, e mais tarde entre os cavaleiros ingleses e germânicos. A espada requeria um certo equilíbrio e peso, e a pessoa que a usava teria que manter esse equilíbrio para poder usá-la da maneira correta.

A maioria das espadas longas da Alta Idade Média tinha dois gumes e ponta rombuda, servindo apenas para cortar. As espadas de ponta perfurante, mais comuns no sul da Europa, generalizaram-se na segunda metade da Idade Média.

Não existe uma convenção precisa sobre os limites entre espadas curtas e longas, mas a diferença entre espadas longas e bastardas é marcada pelo tamanho da empunhadura – as bastardas têm uma empunhadura bem mais longa, o que permite segurá-las com as duas mãos.

Em geral, foram chamadas de “espadas longas”, as espadas com 80 cm a 115 m de comprimento total e peso entre 0,9 kg e 1,5 kg.

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 2- Sai Ninja: 

Sai (em Chinês: 釵) é uma arma usada em alguns estilos sínicos de wushu, mas principalmente correlacionado a uma arte marcial nativa de Oquinaua, o kobudo, pelo que se acreditava ser originário dessa ínsula. Todavia, pesquisas recentes informaram que é uma arma tipica do leste da China, utilizada antigamente como ferramenta na medida de cercas e construções chinesas, levada para o Japão por navios que costumavam levar para dividir a cultura com os habitantes da ilha.

Reputava-se como uma ferramenta agricultural, uma vez utilizada para medir troncos, campos de irrigação, ou para reter carroças de mercadoria no local. Sua forma básica é a de uma adaga cega, com duas longas, cegas projeções (tsuba) acopladas à empunhadura. Sai são construídas em uma variedade de formas. Algumas são suaves, enquanto outras são octogonais forcados no meio. Os tsuba são, tradicionalmente, simétricos, entretanto, o desenho Manji, desenvolvido por Taira Shinken, emprega tsuba contrariamente direcionados.

A finalidade do sai como arma reflete de suas formas distintas. Com perícia, pode ser empregada eficazmente contra uma espada longa, aprisionando a lâmina da espada no tsuba do sai. Usuários habilidosos são capazes de quebrar uma lâmina presa com um movimento de suas mãos. Existem várias maneiras distintas de se empunhar um sai nas mãos, os quais garantem versatilidade para ser usado como ambos, letal e não-letal.

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3 – Caneta Tática

No caso da caneta tática, esse vídeo explica bem.

 

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4 – Bokken

Bokken (do japonês boku ぼく, “madeira”, e ken けん, “espada”) é uma espada de madeira japonesa, normalmente do tamanho de uma katana, usada para treinamentos em kenjutsu. Também é conhecida como bokuto (“espada de madeira”), um outro termo muito comum no Japão.

Os tipos básicos de bokken fabricados são:

  • daitō ou tachi são bokken do tamanho de uma katana, espada longa.
  • tantō bo são bokken do tamanho de uma tantō, espada curta de mais ou menos 15 centímetros.
  • wakizashi bo têm o tamanho de uma wakizashi, ou seja, uma espada curta.
  • kodachi têm o tamanho de uma kodachi que é um tamanho intermediário entre a wakizashi e a katana
  • suburito é um tipo de bokken que pode variar de tamanho, mas é especialmente usada com enfoque em um treinamento individual. É mais pesada e mais difícil de usar, desenvolvendo mais a musculatura. Um famoso usuário da suburito foi Miyamoto Musashi em seu duelo contra Sasaki Kojiro.

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5- Maça de Guerra (Porrete)

Porrete, porra, clava (do latim clava), bastão, ou maça (do latim mattea) é um tipo de taco ou bastão mais grosso numa das extremidades, e geralmente feito de algum material sólido – podendo ser de madeira, pedra, ou metal – normalmente utilizado para fins de necessária força física ou em batalhas de estilo corpo a corpo, em especial pelas forças policiais.

Variam de tamanho, peso, material e manuseio, podendo causar danos leves ou pesados.

A Maça é uma forma mais aprimorada do porrete, sendo uma arma de mão forte e pesada. Consiste em um cabo de madeira, às vezes reforçado com metal ou placas de metal, com uma cabeça de pedra, cobre, bronze, ferro ou aço. Esta cabeça é geralmente bem saliente, e às vezes contém tachões e pontas para ajudar a penetração da armadura e infligir maior dano. Caso a cabeça seja presa por tiras de couro ou uma corrente, a arma é denominada mangual e não maça. O tamanho das maças é bem variado.

A maça foi inventada por volta de 12.000 a.C. e, rapidamente, tornou-se uma arma importante. Essas primeiras maças de madeira, com pedra sílex ou obsidiana encravadas, tornaram-se menos populares devido ao aprimoramento das armaduras de couro curtido, que podiam absorver grande parte do impacto. Algumas maças tinham a cabeça inteira de pedra, mas eram muito mais pesadas e de difícil manejo.

A descoberta do cobre e do bronze tornou possível as primeiras maças de metal.

Uma das primeiras imagens de maça que se conhece está na paleta de Narmer. Maças eram muito utilizadas na idade do Bronze no Oriente Próximo. Muitos povos eram incapazes de produzir as maças com lâminas e reforços de metal, o que as tornou ainda mais populares.

A maça tornou-se mais comum a partir da Idade do Ferro, quando espadas e machados de ferro eram facilmente fabricados. O Império Romano não usava maças, provavelmente porque eles não precisavam de armas pesadas e de impacto, ou pelo aspecto do estilo de luta romana, envolvendo lanças e armas rápidas. Uma maça era mais útil a um guerreiro sozinho do que a unidades de infantaria romana.

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6- Nunchaku

Nunchaku (do Chinês: 雙節棍 shuāng jié gùn, 兩節棍 liǎng jié gùn, ou 三節棍 sān jié gùn), também chamado de nunchucks ou nunchuks, é uma arma de artes marciais do conjunto de armas do kobudo, e consiste de dois bastões pequenos conectados em seus fins por uma corda ou corrente.

As outras armas do kobudo são sai (punhal de metal), tonfa (bastão de defesa pessoal), bō e kama. O sansetsukon (sān jié gùn (三節棍)) é semelhante a um nunchaku, porém com três bastões ao invés de dois.

As artes marciais que utilizam o nunchaku mais habitualmente são as de origem chinesa, como o kung fu; coreanas, como o Hapkido; ou japonesas, como alguns estilos de caratê. Não obstante, alguns sistemas de esgrima também ensinam aos seus praticantes as técnicas de utilização do nunchaku.

O taekwondo songahm, um estilo de arte marcial coreano, ensina como usar um e dois nunchakus, mas também algumas academias e professores de taekwondo wtf (World Taekwondo Federation) ensina o manuseio dessa arma. Na Coreia, eles são conhecidos como sahng jeol bahngs, ou algumas vezes sahng jeol bongs. Os estilos destas três artes são diferentes.

Na arte tradicional de Okinawa, os bastões foram usados primeiramente para torções e imobilização.

Na arte filipina, foram usados principalmente para ataques. Já o taekwondo songahm ensina uma combinação de ambos.

Na década de 1980, Kevin D. Orcutt, sargento da polícia norte-americana e faixa preta em jukado, desenvolveu o sistema OPN (Orcutt Police Nunchaku). Destarte, algumas delegacias norte-americanas começaram a usar o nunchaku como arma de controle, ao invés da tonfa (também conhecida como cassetete), que também tem sua origem na família de armas do kobudo. Este sistema enfatiza apenas um pequeno número de técnicas do nunchaku, para um treinamento mais rápido.

Atualmente existe a Associação Mundial de Nunchaku, baseada nos Países Baixos, que ensinam o nunchaku-dō como um esporte de contato. Eles utilizam nunchakus de plástico amarelo e preto para treino e capacetes para proteção. A Associação tem seu próprio sistema de faixas, onde você ganha listras de cores no seu cinto ao invés de ter uma faixa de uma única cor. Nas competições, o oponente vira sua faixa, pois um lado é branco e o outro é preto.

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7- Besta

A besta (pronuncia-se bésta), balestra ou balesta é uma arma com a aparência de uma espingarda, com um arco de flechas acoplado no lado oposto da coronha, acionada por gatilho, que projeta dardos similares a flechas, porém, mais curtos. Ela foi bastante usada no século XVI e chegou a coexistir com e depois foi substituída pelos arcabuzes e mosquetes, as primeiras armas de fogo.

Hoje, continua a ser fabricada, pois é usada por caçadores em algumas partes do mundo. Alguns modelos sofisticados também são utilizados por forças especiais.

A palavra besta, que deriva do latim tardio ballista, deu origem às armas de guerra que são a balista e a besta.

Acredita-se que a besta foi criada muito antes da era cristã pelos chineses. Desde o século III a.C., que a besta (nǔ, 弩) está totalmente desenvolvida e o seu uso difundido na China. Encontraram-se em Xi’an bestas entre os soldados do exército de terracota no túmulo do imperador Qin Shi Huangdi (260 a.C.-210 a.C.). Leonardo da Vinci chegou a desenhar a besta, porém não a fabricou. As verdadeiras origens desta arma são controversas e de difícil conclusão já que muitos povos a utilizaram em pequena e grande escala.

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8- Arco e Flecha

O arco e flecha é uma arma de sistema de projeção (um arco com flechas) que antecede a história escrita, e é comum para a maioria das culturas. Tiro com arco é a arte, prática ou habilidade de aplicá-lo.

Um arco é um segmento de círculo flexível que atira projéteis aerodinâmicos chamado de Flecha.

Uma linha une as duas pontas do arco. Quando essa linha é puxada, as pontas do arco são flexionadas. Quando a linha é solta, a energia potencial do arco flexionado se transforma na velocidade da flecha. O tiro com Arco é a arte ou o esporte do tiro de arco e flecha.

Hoje, arcos e flechas, e são usados principalmente para a caça e para o esporte do tiro com arco.

Embora eles ainda sejam ocasionalmente usados como armas de guerra, o desenvolvimento de pólvora e mosquetes, e o tamanho crescente dos exércitos, levou à sua substituição em caso de guerra, há vários séculos em muitas partes do mundo.

Alguém que faz arcos é conhecido como um bowyer, e que faz com setas é um fletcher — ou, no caso de fabricação de metal de seta cabeças, arrowsmith.

 

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9- Pistolas de Airsoft e Chumbinho

As armas estão em escala de 1:1 (ou às vezes mini ou ‘3/4’), podem ser de metal, plástico (ABS) e/ou madeira e disparam projeteis de 6 ou 8 mm que pesam entre 120-600 miligramas (conhecidas como BBs).

A propulsão da arma pode ser através de molas (springs), mecanismos eléctricos (AEG) ou gás comprimido incluindo, gás propano (ou green gas, que é propano adicionado com óleo lubrificante, como o silicone por exemplo), cápsulas de CO2, ar, gás refrigerante HFC134a e algumas armas podem funcionar a HPA (High Pressure Air), como algumas armas de Paintball.

No Brasil, o Airsoft começou a ser divulgado em 2003 pelo Portal Airsoft Brasil. Após diversas reuniões com a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados, o airsoft passou a ser conhecido pelo Órgão do Governo Brasileiro, que regula os produtos considerados controlados no país. Esta reunião deu início à elaboração de diversas minutas que resultaram na edição da atual Portaria, que oficialmente cita o nome airsoft no Brasil. Sendo assim, em Dezembro de 2007, foi lançada a PORTARIA Nº 006-D LOG, que regulamenta o uso dos equipamentos usadas na prática do esporte airsoft.

Em fevereiro de 2010, o exército publicou, então, a Portaria 002 Co-Log, que revogou a portaria anterior, e passou a exigir que as armas de pressão de airsoft tenham a extremidade pintada de laranja ou vermelho vivo para diferenciá-las das armas de fogo. A regra ficou valendo também para as armas de chumbinho em geral.

A diferença entre as armas de airsoft e a de chumbinho tem muito a ver com o alcance do projétil e o projétil em si.

Os projéteis de chumbo costumam ter efetividade maior, o que até pode ser um problema se você fizer tiro esportivo em casa.

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10- Shuriken

Shuriken é a lâmina que se atira. São chamadas assim todas as armas de arremesso, e está entre as 18 disciplinas do Ninjutsu, no Shuriken Jutsu. São divididas em: Bo Shuriken e Hira Shuriken, onde são classificadas de acordo com o grupo, número de pontas e formato.

Há quem afirme que o sentido literal da palavra pode ser traduzido como: “lâmina atrás da mão” ou “lâmina oculta na mão”.

  • Shu – mão;
  • Ri – Que também lê-se ura – costas, no meio de, avesso, palma, atrás;
  • Ken – Que também lê-se Tsurugi – sabre, espada, lâmina, adaga.

Classificação pelas pontas:

  • Nipo shaken – 2 pontas
  • Goho shaken – 5 pontas
  • Shichi ho shaken – 7 pontas
  • Happo shaken – 8 pontas
  • Kuho shaken – 9 pontas
  • Jippo shaken – 10 pontas
  • Ju yon po shuriken – 14 pontas

 

11- Canivetes / Facas / Adagas

Adaga é o nome genérico de um tipo de espada curta, de perfuração, com duplo corte de têmpera forte, serrada ou compacta. Crê-se que tivesse origem na Península Ibérica, Mediterrâneo e Oriente Próximo (região dos sete mares). De formas diversas, evoluiu de outras formas de armas brancas medievais, como os punhais, misericórdias, facas e cotós. Nem sempre teve o mesmo comprimento.

Se no início era bastante larga e curta, no século XVI media cerca de um quarto a um terço de uma espada. No século XVII media, em média, 12 cm.

Muitas vezes usadas como arma de arremesso (adagas menores), tendo o mesmo objetivo que as shurikens, se usada com sabedoria pelo ninja e acertasse uma grande artéria, poderia ser mortal.

Uma faca é qualquer objeto cortante capaz de ser empunhado. As facas são ferramentas utilizadas desde as mais primitivas eras da humanidade. As facas podem ser usadas para as mais diferentes aplicações, como ferramenta, arma ou simples objeto de decoração, e para cada função existem diversas combinações de geometrias de lâminas, tipos de metais e métodos de fabricação, cuja combinação a torna adequada a determinado tipo de uso. Entre os diversos formatos e tipos de facas existentes, as mais conhecidas são: facas gaúchas, facas culinárias, facas táticas e de combate, facas de camping, facão de mato e as legendárias facas “bowie”. Destacam-se ainda as facas utilitárias, termo usado genericamente para designar as facas que não se enquadram em um dos demais tipos com nomenclatura específica. Podem ser citados como exemplos de facas utilitárias as “skinner”, usadas por caçadores para retirar a pele de animais.

Canivete butterfly ou canivete borboleta é um canivete/faca de bolso originário das Ilhas Filipinas que possui dois cabos que giram no sentido anti-horário, e se encontram na base para formarem o cabo completo quando juntas. Se encontra dentro dos cabos, que são vazados por dentro para comportar a lâmina, metade em cada cabo. Quando o canivete está aberto, a lâmina fica sobre as duas metades do cabo, formando a aparência de uma faca. Essa faca é usada nas artes marciais, mais especificamente nas artes marciais filipinas. É usado normalmente pelos praticantes de esgrima por serem pequenas e de rápido manuseio.

Canivete suíço é um tipo especial de canivete inventado pelo cuteleiro Karl Elsener em 1894. O exército suíço pretendia disponibilizar, para uso exclusivo dos seus soldados, um canivete que fosse versátil, leve e fácil de transportar, mas que, simultaneamente, fosse bastante resistente. No mesmo ano surgia, então, sob responsabilidade da “Administração Federal de Munições da Suíça”, o projeto para esta peça de cutelaria.

A fabricação desse canivete foi atribuída à empresa “Schweizer Besteckfabrik” – ano de 1900 – cujo nome derivou da “Fabrique Suisse de Coutellerie S.A.”, do ano de 1895, e esta, da inicial e originária, “Paul Boéchat & Cie. Knife Factory, do ano de 1893. A produção do genuíno canivete suíço teria, assim, início no ano de 1901, com base no dito projeto que foi o protótipo do atual canivete suíço.

Há mais tipos de canivetes, de tamanha ou maior efetividade do que os acima citados. Mas acho que você já pegou o espírito da coisa.

Possuir um canivete, no Brasil, não leva a prisão. Porém, quando utilizado para ferir, encaixa-se como arma branca:

“Art. 3º XI – arma branca: artefato cortante ou perfurante, normalmente constituído por peça em lâmina ou oblonga;”

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12- Machados

Um machado é uma ferramenta de corte, ferramenta essa originária do martelo, sendo um martelo que tem pelo menos uma das extremidades amoladas e própria para o corte, sendo portanto um martelo concebido para o corte e derrubamento de árvores, e outras ações. Tradicionalmente, é construído mediante a fixação de uma cunha perpendicular a um cabo de madeira, podendo o cabo ser de metal, como extensão de seu corpo.

O machado possui técnicas diferenciadas da luta com espadas. Primeiro era necessária uma boa força, pois o uso do machado requer uma energia considerável. Após começar a movimentá-lo, ele era geralmente mantido em movimento, pois a energia necessária para pará-lo bruscamente era grande. Em compensação, quando em movimento, o machado criava uma zona de perigo em torno do usuário. Se atingisse um escudo leve, como por exemplo os escudos usados pelos vikings, poderia quebrá-lo, mais um motivo para sua força, e caso atingisse um braço ou perna sem armadura, o arrancaria.

Muitas tribos nórdicas e bárbaros do início da Idade Média, como os francos, usavam o arremesso do machado como arma de ataque. Alguns chegavam a dividir a terra conquistada baseado na força de arremesso, ou seja, o homem que lançava o machado mais longe, ficava com mais terras.

Com o tempo, o machado foi substituído por armas de haste, como as alabardas, que não só tinham a parte cortante como o machado, como também ponta de lança, martelos, espigões e ganchos.

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13- Katana

A katana, catana ou catãna (em japonês: , katana) é o típico sabre longo japonês. No entanto, esta palavra foi incorporada na língua portuguesa no século XVI, após a chegada dos portugueses ao Japão. Por essa razão, nestes quase quinhentos anos, essa palavra foi perdendo a sua pronúncia japonesa aportuguesando-se e ganhou novos sentidos em português, especialmente nas variantes europeia, africana e asiática, designando uma variedade de objetos como espadas, sabres ou facões. Com o renovar do interesse pela cultura nipônica nos vários países de língua portuguesa, nos últimos anos, a palavra catana reforçou o seu sentido original. Surgida no Período Muromachi, era a arma padrão dos samurais e uma das suas variantes, a wakizashi, era usada pelos ninjas. É utilizada para a prática do kenjutsu, a arte de manejar a espada. Tem gume apenas de um lado, e sua lâmina é ligeiramente curva. Era usada tradicionalmente pelos samurais, acompanhada da wakizashi (脇差).

A katana era usada em campo aberto, enquanto a wakizashi servia para combate no interior de edifícios.

A Katana foi revolucionária no avanço das armas e ferramentas de corte em razão de sua lâmina curva. As espadas medievais europeias, embora eficientes, não tinham o dinamismo de dar ao guerreiro a desenvoltura de abrir um corte no corpo adversário e, dando continuidade ao movimento, deferir outro golpe sem grande dispêndio de energia. As lâminas retas cortavam e tinham que ser retiradas do corpo do inimigo para que outra investida fosse feita. Isso atrasava o guerreiro, gastava energia e aumentava sua vulnerabilidade.

Se for batalhar, escolha uma Katana.

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Onde achar belezinhas como essas para seu arsenal?

Abaixo os links.

De nada.

Cinto Tático K-1 – Militar Brasil

Machado Mormaii Rubber Preto

Armas: Uma História Visual de Armas e Armaduras

Arco Flecha Elkhorn 15-20 Libras Crosman

Espada Katana Decorativa Samurai Grande 100cm Com Suporte

Espada Samurai Katana Ninja Kit 3 Espadas Com Suporte De Mesa Cbrn01996

Espada Katana Cabeça De Dragão 52 Cm Com Suporte

Canivete Bullet Semi Automatico Nautika

Canivete Brigade Prata – Mormaii

Canivete Tático Taurus Angus Militar Premium

Kit Sobrevivência – Guepardo

Canivete Automático Mafia

Canivete Butterfly Negro 005

Kit 2 Flechas Fibra De Vidro Arco 82cm X 8mm 35g Nautika

Besta Balestra Dardos Esferas Metálicas Macuxi 3em1 Nautika

Faca Platoon – Nautika

Faca Rubber Kukri com Bainha Exclusiva – Mormaii

Adaga Push Dagger

Adaga Dupla