[TOP10] Os Dez Mais da Nova Marvel

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Depois de um ano de espera,  com o fim do evento “Vingadores vs. X-Men“, finalmente a aclamada nova fase da Casa de Ideias chega ao Brasil através da Panini Comics, levando o respectivo título de Nova Marvel. Com isso, eu e o Rodrigo decidimos fazer uma lista reunindo aqueles títulos que mais adoramos ter acompanhado até agora na editora. Como ainda não há certeza sobre a distribuição dos títulos entre os mixes, focamos mais em cada série separadamente, embora coloquemos a relação daqueles com destinos já confirmados. Esperamos que esteja preparado para o alvorecer dessa excitante nova era para os super-heróis da Marvel.

Então, vamos lá.

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Indestrutível Hulk (presente em Universo Marvel): Após a surtada e divertida fase de Jason Aaron (EscalpoWolverine e os X-Men) com o personagem, o escritor Mark Waid (O Reino do AmanhãDemolidor) agora o assume com o objetivo de reformar sua vida duma forma incrível. Abandonando toda a loucura dos inúmeros Hulks que seus títulos vinham sofrendo desde que Jeph Loeb passou por eles, Waid parte dos mesmos princípios que utilizou em sua atual e bem elogiada fase com o Demolidor: voltar ao básico, reconstruindo-o apartir dum novo ponto. Esqueça o dilema de médico e monstro que assombrou Bruce Banner por todos esses anos, ele aceitou sua maldição e agora quer redirecioná-la para proveito próprio.

Hulk destrói. Banner constrói”, esse é o mantra dessa nova fase. Em busca de recuperar toda a glória que nunca alcançou como cientista, Banner pensa em conseguir diversos avanços científicos que beneficiem a humanidade, algo que possa lhe conceder um Nobel, o reconhecimento que tanto acredita que sempre mereceu. Ele não quer ficar na sombra dos maiores gênios da história recente, como Reed Richards, Tony Stark e Hank Pym, por exemplo. Então, com bastante audácia, propõe um acordo para Maria Hill, a atual diretora da S.H.I.E.L.D.: Se derem a ele todos os recursos possíveis para suas pesquisas, o gigante verde poderá servir como uma “arma” para a organização quando necessitarem.

Assim Waid estabelece a estrutura dessa série. Acompanhamos a jornada progressista de Banner como cientista, com bastantes diálogos afiados e tramas caprichadas em conceitos brilhantes, algo que o escritor vem se aprimorando cada vez mais, além do seu texto divertido e bem-humorado. Enquanto isso, suas missões como agente da S.H.I.E.L.D. rendem belos momentos de ação repletos de dinamismo e peso, bem expressados por artistas como Leinil Yu, Walter Simonson (ele mesmo!) e Matteo Scallera. A série lá fora já se encontra na décima terceira edição e até agora não deixou a desejar. Sem dúvidas, Mark Waid vem dando uma aula de como fazer boas quadrinhos de super-heróis. Sem a bagunça e o excesso que o universo em torno do personagem carregava, fora os repetitivos conflitos psicológicos que o escritor dispensa como “muleta” para tornar Banner mais tangível ao leitor. O personagem não simplesmente tomou um rumo totalmente diferente, apenas foi posto de volta aos trilhos. Essa nova fase é uma evolução natural e absolutamente necessária, diga-se de passagem. Que Kirby abençoe Waid.

– Nelson Silva

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Vingadores (presente em Vingadores)Um dos títulos mais “quentes” da Nova Marvel, e uma leitura essencial para a saga cósmica Infinity, que ainda está acontecendo lá fora. É aqui que o escritor Jonathan Hickman (Quarteto Fantástico, Fundação Futuro), ao lado de artistas de calibre como Jerome Opeña, Adam Kubert, Dustin Weaver e Mike Deodato, entre outros, começa a construir sua complexa rede narrativa que vai culminar num campo de batalha que envolverá grande parte do Universo Marvel. Em seu primeiro arco ele já “adoça a boca do leitor” com nada menos que seis flashforwards de arcos futuros. Assim, parte da diversão de ler o título é descobrir onde eles se encaixam nos arcos vindouros. Além disto, a ameaça da vez envolve novos vilões que têm ligação direta com a primeira raça alienígena do Universo, supostamente responsável por semear vida em todo o Cosmos! Sim, o cara já começa apostando alto, e vai subindo a aposta a cada novo arco e revelação que faz sobre a trama que vem construindo.

“Temos que crescer” é o lema da fase de Hickman em Vingadores, e sem dúvida esta é uma das formações da equipe com o maior número de membros. É também a que reuniu mais pesos pesados, desde deuses de universos paralelos, a entidades cósmicas ancestrais encarnadas em corpos mortais. Diferente da abordagem mais descontraída de Brian Michael Bendis, Hickman quer levar os Vingadores a patamares cada vez mais elevados, enfrentando ameaças que desafiem todo o arsenal de poder super-heroico que têm em mãos. Com isto ganhamos um dos títulos de maior fôlego sendo publicado pela Marvel, e um dos mais instigantes no que diz respeito aos conceitos usados, mistérios apresentados e narrativa bem arquitetada.

– Rodrigo F. S. Souza

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Jovens VingadoresEste título é fascinante por duas coisas. Primeiramente ao notar a linguagem arrojada e vanguardista que o escritor Kieron Gillen e ilustrador Jamie McKelvie expressam, reunindo os mais variados meios possíveis de artifícios visuais e culturais na narrativa. Isso tudo é fruto do trabalho anterior da dupla: Phonogram, uma série que condensa todos os anseios, conflitos e relações da juventude e sua massificada e diversificada cultura. O importante a ser visto é como a versão deles dessa equipe de jovens super-heróis representa o mesmo para os quadrinhos do gênero que conhecemos.

O que leva à segunda coisa. Essa série tem sua importância no que talvez seja o futuro do super-heroísmo dos quadrinhos nos próximos anos ou décadas (sim, pareço estar exagerando “pra caralho” mesmo, obrigado). Na década de 90, Grant Morrison veio com Flex Mentallo, uma minissérie com a missão de “lavar a alma” do gênero e provar o quão terrível estava a situação naqueles anos.  É um “divisor de águas” na forma de pensar sobre estes personagens coloridos e poderosos na época, se pensarmos em toda aquela era pessimista que os super-heróis passaram, mesmo assim, suas ideias acabaram apenas sendo assimiladas timidamente ao longo dos anos, mas fundamentalizando isso: super-heróis sempre serão legais e a realidade que é um porre.

O escritor Joe Casey é um dos caras que vem desenvolvendo a geração pós-moderna de super-heróis há um bom tempo, só olhar como Morrison tem grande influência em alguns dos seus trabalhos. Ditando o super-heroísmo como uma cultura que coexiste com a nossa sociedade atual, assim como diversas outras vertentes, em suas obras. Ser um super-herói deveria ser obviamente uma fantasia para qualquer garoto ou menina que viva num mundo repleto deles (ou que crescera com o contato a esse mundo). E é isso que Gillen traz em Jovens Vingadores. Fazer parte disso é ser maneiro, ou melhor, é ser definitivamente cool, uma nova tendência ou moda duma geração (algo que lembra até o futuro de O Reino do Amanhã). Quem cresceu com quadrinhos e nunca imaginou em viajar por dimensões paralelas, enfrentar alienígenas, conhecer o universo e salvar o dia? Jovens Vingadores é a constatação das mais enérgicas e puras fantasias adolescentes referentes ao super-heroísmo. Obstante a todos os dramas que os personagens possuem e adicionam camadas em suas personalidades, salvar o mundo é como ir numa balada. Adeus pessimismo, olá curtição.

– Nelson Silva

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Novos Vingadores (presente em Vingadores)Jonathan Hickman novamente, escrevendo o que ele considera seu título favorito dentro da Marvel. Diferente da encarnação anterior da série, focada no grupo de Vingadores liderado por Luke Cage, este tem como protagonistas os Illuminati, sociedade secreta formada por Homem de Ferro, Dr. Estranho, Sr. Fantástico, Príncipe Namor, Pantera Negra, Raio Negro, Fera e Capitão América. Neste Hickman conta com o lápis de Steve Epting, e joga os heróis diante de uma ameaça ainda maior que a enfrentada pelos Vingadores do outro título que escreve. Nada menos que uma crise que ameaça o Multiverso!

O grande atrativo do título, além das idéias e estratégias grandiosas pra impedir que a Terra vá pro saco como muitas outras Terras Paralelas já foram, são os conflitos de ego entre os integrantes dos Illuminati, todos representantes do que há de melhor nos campos da ciência, intelecto, tecnologia, magia e política. E ainda assim eles suam MUITO pra encontrarem uma solução para um problema que é literalmente maior que eles. Se você gosta de ficção científica de alto nível, e se anima com a ideia de misturá-la ao mundo dos super-heróis, este é o título pra você ler. E vale a pena ficar atento para as conexões sutis que Hickman cria entre Novos Vingadores e Vingadores, que serão essenciais pra acompanhar toda a amplitude da saga Infinity, que envolverá os dois títulos.

– Rodrigo F. S. Souza

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Fundação Futuro (presente em Universo Marvel)Ano passado, Matt Fraction teve o infortúnio fardo de suceder Jonathan Hickman em sua passagem pelo Quarteto Fantástico, fase esta que já está entre umas das melhores da equipe. Ao invés de tentar seguir toda a complexidade que seu colega vinha construindo nos últimos anos, Fraction chutou o “pau da barraca” e apostou na melhor das suas qualidades como escritor: o bom humor. E esse é o principal trunfo de Fundação Futuro, título que aborda a conhecida escola fundada por Reed Richards, o Sr. Fantástico, para desenvolver as grandes mentes que herdarão o amanhã. Agora comandada por Scott Lang, o atual Homem-Formiga, a pedido de Reed, já que a família Richards partira para uma viagem através do espaço-tempo contínuo.

Junto com o casal de artistas ímpar Michael e Laura Allred (MadmanX-táticos), Fraction conseguiu construir um hilário título de humor nonsense que remete muito às séries do Adult Swin (bloco de animações “adultas” do Cartoon Network), como Aqua Teen, O Laboratório Submarino 2021 e Harvey, o Advogado. O timing do texto de Fraction é afiado e natural como sempre, e o traço e cores dos Allred conseguem expressar as absurdas bizarrices e situações constrangedoras que o roteirista faz seus personagens passarem.

De longe, um dos melhores quadrinhos cômicos da atualidade, ao lado de The Adventure Time (HQ baseada na famosa série conhecida aqui como A Hora da Aventura) de Ryan Brown (o próprio criador!) e Superior Foes of Spider-Man. Infelizmente, tudo que é bom dura pouco. Por seu envolvimento com Inhumanity (o próximo evento da Marvel) e o futuro dos Inumanos, essa fase do escritor encerra em janeiro, na edição #16. Mas acredite, é uma curta e sensacional viagem que vale muito a pena conferir.

– Nelson Silva

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Fabulosos Vingadores (presente em Avante, Vingadores!): Outra das consequências diretas da saga Vingadores versus X-Men é a ideia do Capitão América de montar uma equipe de Vingadores formada por membros de sua equipe e dos X-Men, com o intuito de servir de exemplo de que a convivência pacífica entre humanos e mutantes é possível (ou, no caso do seu grupo, entre super-humanos e mutantes). Claro que tem muita gente que não gostou da ideia, a começar pelo vilão do primeiro arco deste título escrito por Rick Remender (Fabulosa X-Force, Vingadores Secretos) e desenhado por John Cassaday. Não vou revelar de quem se trata, mas adianto que é um velho conhecido do Capitão América, que traz consigo um novo grupo de vilões, os S-Men.

Remender ficou conhecido na Marvel por levar os heróis que escreve a extremos no que diz respeito às ameaças que enfrentam e suas consequências físicas e psicológicas. Assim, se prepare pra ver um bocado de violência gráfica (não gratuita, importante ressaltar), e econômicos monólogos internos que dão ao leitor insights sobre as impressões, sensações e opiniões dos heróis do título, muito bem casados com a ação (o que é sempre digno de elogios, pois detesto quando os recordatórios comprometem o ritmo da leitura).

Um ponto bacana é que Remender traz de volta mais adiante personagens que ele introduziu em sua fase no título Fabulosa X-Force, e também começa a apostar alto, a exemplo de Jonathan Hickman, no nível das ameaças enfrentadas pela equipe, além de explorar muito bem o conflito de personalidades entre os Vingadores e os X-Men, outro ponto forte do escritor.

– Rodrigo F. S. Souza

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All-New X-Men (sem título nacional certo, por ora)Com o final de Vingadores vs. X-Men, a situação dos mutantes teve uma reviravolta em consequência do aumento da sua população graças a Fênix. Agora possuem a oportunidade de prosperarem num futuro melhor após anos de quedas, derrotas e genocídios. Mas nem tudo são flores e ainda há muito trabalho a ser feito, principalmente com Scott “Ciclope” Summers, aquele que um dia foi o líder dos X-Men de Charles Xavier, assassinou em combate o homem que praticamente foi o seu mentor e pai por muitos anos. Agora foragido da justiça, Summers planeja uma revolução mutante com a qual seus antigos amigos não concordam. Desiludido com o rumo que seu ex-companheiro de equipe tomara, Hank “Fera” McCoy, numa atitude desesperada, retorna ao seu passado, na época em que entrara na escola Xavier, e resolve trazer os X-Men originais para o presente com o objetivo de fazerem Ciclope ter consciência da gravidade de suas ações e assim desistir de seus planos, entregando-se as autoridades.

O roteirista Brian Michael Bendis (AliasUltimate Homem-Aranha) desenvolve aqui, ao lado do ilustrador Stuart Immonen (Superman: Identidade SecretaA Próxima Onda), um título mais próximo à celebrada fase de Chris Claremont e John Byrne com os X-Men. Calcando bastante nas relações de seus personagens como uma família, trazendo confrontos físicos apenas quando são realmente necessários. All-New X-Men torna-se uma leitura prazerosa em sua prosa, também possuindo uma carga dramática notável ao acompanharmos o choque de gerações com a equipe do passado encontrando o tão diferente presente. Apesar de, às vezes, Bendis parecer estar sendo repetitivo ou esticando demais os arcos, no geral, é um título bastante sólido e interessante para velhos ou novos leitores dos filhos do átomo.

– Nelson Silva

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Thor: God of Thunder (provavelmente Thor – O Deus do Trovão por aqui): Um serial killer de deuses anda tocando o terror através do universo ao longo de milhares de anos, e Thor tromba com ele em três épocas distintas de sua vida num embate que vai do passado, passa pelo presente e dura até o futuro de Asgard. É Jason Aaron (Wolverine e os X-Men, Escalpo) escrevendo um épico que já está se tornando uma das melhores fases do Deus do Trovão desde a clássica e aclamada fase escrita por Walter Simonson. Pra ajudar ainda mais ele conta com a arte refinada e grandiosa de Esad Ribic, que transforma em belas, imponentes e assustadoras imagens a mistura de terror psicológico, horror lovecraftiano, porradaria super-heróica e jornada apoteótica pelo tempo e espaço. É tudo aquilo que um título protagonizado por um deus deveria ter. Experimente ler acompanhado de heavy metal que a coisa toda se torna ainda mais retumbante.

– Rodrigo F. S. Souza

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Fabulosos X-MenEnquanto a escola Jean Grey se acerta com os X-Men do passado, Scott Summers percorre o mundo libertando a nova geração de mutantes das garras da S.H.I.E.L.D. ao lado de Magneto, Emma Frost e Magia, os poucos membros que restaram da sua equipe após o conflito com os Vingadores. Julgado como terrorista pelo governo e seus antigos amigos, aclamado como herói e líder revolucionário pela população (mutantes e simpatizantes com a causa). Com esse contraste de perspectivas que Bendis investe no cenário sociopolítico neste título, colocando Ciclope na luta pela igualdade que almejara desde que assumiu o dever de proteger o sonho de Xavier. Então esperem bastantes discussões fundamentadas em ideais e urgentes cenários não tão diferentes do que podemos encontrar por aí em nossa sociedade diariamente.

Formando seu próprio X-Men com os mutantes libertados, Summers planeja alimentar ainda mais a força da sua causa. O problema é que o contato com a Fênix acabou afetando de maneira horrível suas habilidades especiais, assim como as dos outros que estavam ao seu lado quando ainda se encontrava naquele estado. Sem pleno controle de seus próprios poderes, Summers ainda deve lidar com a constante ameaça da S.H.I.E.L.D. e um novo e incógnito inimigo, de afiliações também desconhecidas, que anda perseguindo sua equipe com ataques massivos de Sentinelas. Tudo isso embalado nos roteiros espertos de Bendis e no dinamismo da arte de Chris Bachalo, que apesar de irregular nos traços, mantém em sua diagramação a força da narrativa de seu colega. O artista Frazer Irving dá o ar de sua graça com seu surrealismo, alternando arcos com Bachalo. Fabulosos X-Men é facilmente o título mais empolgante dos mutantes nessa nova fase.

– Nelson Silva

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Vingadores Secretos (presente em Capitão América e Gavião Arqueiro): Este título é um dos resultados do processo de “ultimatização” do Universo Marvel Tradicional (conhecido entres os marvetes como Universo 616). Mark Millar, em seu Supremos, fortaleceu o laço de sua versão dos Vingadores com a S.H.I.E.L.D., trabalho que serviu de base para o filme da equipe, que agora influencia esta nova fase da Marvel. A premissa é simples: a S.H.I.E.L.D. quer montar sua própria equipe de Vingadores. Para isto entra em contato com a Viúva Negra e o Gavião Arqueiro e lhes faz uma proposta irrecusável, porém, para que eles entrem pra equipe devem aceitar que tenham as memórias de cada missão secreta que cumprirem apagadas de suas mentes.

Cada edição é focada em uma missão da equipe, embora a ação não seja o foco das tramas escritas por Nick Spencer (Vingadores Secretos pré-Nova Marvel, Morning Glories). O escritor tem um estilo intrincado bem parecido com o de Jonathan Hickman, o que recentemente o levou a co-escrever o título principal dos Vingadores. Aqui ele dá continuidade ao trabalho de reformulação da organização criminosa I.M.A., que Hickman revitalizou durante sua passagem pelo título da Fundação Futuro. Agora ela é dona de uma nação inteira, tem imunidade diplomática, e representa uma ameaça maior graças à sua influência na política global. E como recentemente Spencer foi escalado para escrever um terceiro título dos Vingadores que fará parte da rede narrativa construída por Hickman em Vingadores e Novos Vingadores, vale a pena ficar de olho com as subtramas e personagens que ele trabalhará em Vingadores Secretos.

– Rodrigo F. S. Souza

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Menções honrosas: Bom, listas tendem a serem reducionistas, então sempre alguma coisa muito boa pode acabar ficando de fora. Por isso, acho melhor citar algumas dessas: o Capitão Américakirbyiano” de Rick Remender e John Romita Jr, uma série repleta de elementos de espionagem e ficção-científica pulp; o polêmico e divertido O Superior Homem-Aranha de Dan Slott e Ryan Stegman vale uma conferida; o insano X-Men: Legado de Simon Spurrier, uma olhada na desconcertante mente de David Haller, o Legião, filho do recém-falecido Prof. Charles Xavier; X-Men de Brian Wood, onde o escritor reúne todas as incríveis mulheres da equipe num título carregado de dinamismo e drama, transbordando poder feminino; e Superior Foes of Spider-Man de Nick Spencer e Steve Lieber (que talvez chegue aqui mais para frente), um novo Sexteto Sinistro surge na primeira edição do Aranha Superior, e aqui, Spencer nos entrega um hilário olhar na irônica e desesperada vida dos vilões mais capengas da editora.

E então é isso, caso queiram, há uma série de análises feitas pelo Rodrigo sobre quase todos os títulos da Nova Marvel aqui. Agora é finalmente a hora de desbravarmos essas novas aventuras.

Até mais, e…

Excelsior!