[TOP] Alguns dos Piores Filmes Que você viu ou Verá – Troféu VACILO

Ah, o Cinema…
O cinema é capaz de nos fazer sonhar. Mas existe o outro lado do sonho: O pesadelo.
Há filmes Lendários, filmes maravilhosos, filmes lindos, filmes excelentes, filmes muito bons, filmes bons, filmes que eu até recomendaria, filmes regulares, filmes ruins, filmes que você talvez não devesse perder tempo assistindo… e essa bagaça que eu vou jogar aqui em baixo.
Existe um nome para esse tipo de filme que se aproveita de franquias famosas para avacalhar com sonhos de corações nerds esperançosos: VACILO.
Sério. É A única classificação que eu sei dar para putar… opa… produções como essas.

  1. Batman e Robin (1997)

Vamos começar violentando sua nerdice com Batman e Robin.
Este foi o quarto filme da franquia do herói, Não bastou a sacanagem que tinham feito com ele em 1989, em 97 a coisa ficou pior. E essa sacanagem saiu cara, porque contou com um elenco de peso: George Clooney e Arnold Schwarzenegger. Acho maior o vacilo por ter a Uma Thurman… É um combo de vacilo.

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A participação das estrelas não impediram que o filme fosse um fiasco. Aliás, a coisa toda só piorou o filme. O longa de Joel Schumacher foi classificado como um filme de ar debochado e infantil pelo público.
De fato, eu assisti quando criança e achei maneiro. Eu tinha 8 anos.
Aos 27, é vergonhoso admitir que eu vi essa droga.

2. Cada Um Tem a Gêmea que Merece (2011)
Esse filme merece uma menção honrosa na categoria vacilo com o espectador. Há duas razões para isso, no meu caso.
O caso geral é que putaqueopariupegandofogo colocaram o Al Pacino no filme. Pegaram o Michael Fucking Awesome Corleone e transformaram em uma peça semicômica em um filme mal feito do Adam Sandler.

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Mas eu tenho uma razão particular para odiar esse filme com todas as minhas forças: Eu tenho um irmão gêmeo.
(Pense numa terapia em grupo. Uma sala de conferência. Todas as cadeiras estão em círculo. Eu me levanto e digo: Olá, meu nome é Raquel e eu tenho um irmão gêmeo. Minha vida é tipo esse filme, só que pior. Não tem o Al Pacino nela.)
Preciso dizer que até o meu gêmeo me zuou? ( aliás, ele foi o pior de todos)
Mas, voltando ao mérito, o filme foi recordista em prêmios do Framboesa de Ouro, o oscar dos filmes ruins. Na comédia Adam Sandler atua como dois irmãos gêmeos Jack e Jill ( no melhor estilo Eddie Murphy, vestindo mais de um personagem), considerada a mais vergonhosa atuação da carreia do ator. Al Pacino, por sua vez atua como ele próprio. Por quê?
Pela mesma razão que o filme foi feito: para sacanear o público.

3.Highlander, a Ressureição (1991)
Como sabiamente diz a Música tema do primeiro filme da franquia: “There can be ONLY ONE”.
A ideia é basicamente a seguinte em grande parte das trilogias que vemos por aí: O primeiro filme faz um sucesso estrondoso, arrebata nossos corações, acaba com nossos conceitos e os reconstrói, nos faz melhores e arrancar cada centavo de nossos bolsos suados com fitas, ( na época seria o caso), dvds, Blu-rays, cinema, camisas e toda sorte de fanatic thing que um nerd pode adquirir.
Enlouquecidos com o sucesso e os lucros, produtores produzem um segundo filme meia-boca, e normalmente um terceiro filme muito ruim. Certo. Isso é o que acontece em 90 % dos casos. No caso de Highlander em particular, NÃO FOI ASSIM.
Sério, a minha revolta com relação a esse filme é muito absurda.

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Temos um primeiro filme épico, lindo, perfeito, com trilha sonora do QUEEN ( se você for muito jovem, talvez não tenha muita noção do que é isso). O Herói atravessa eras com sua imortalidade e seus poderes são fantásticos.
Nota da redatora: Eu e o redator-chefe do site já chegamos a pensar que Ablon, personagem principal de A Batalha do Apocalipse poderia ter sido baseado em Highlander. Mas são só especulações. Apenas o Mestre Spohr poderia nos dizer.
Enfim…
Feito o grande sucesso, continuaram com a franquia. Por quê?
O resultado chega a emputecer os mais calmos nerds;
Esta foi a sequência de “Highlander, o Guerreiro Imortal”, de 1986. O filme destruiu a mítica dos imortais, transformou em alienígenas ( sim, alienígenas. É pior que ler o quarto livro de K-PAX) e ressuscitou o personagem de Sean Connery, que havia sido morto no primeiro filme. O roteiro do longa foi tão criticado que a produção foi ignorada na cronologia da série.
Bom… eu ignoro.

4. O Pequenino (2006)

Adoro filmes de comédia, e um filme de comédia para desligar o cérebro e relaxar é muito bom.
Sejamos sinceros: Aquele tipo de nerd que fica tentando ser cult até para respirar deveria tomar alguma coisa para intestinos presos, porque tanto desgosto com a vida só pode ser algum mal fisiológico. Então, além dos clássicos geniais do humor como todos os filme do Monty Python (se você não conhece, vale a pena), o bom e velho Mr. Bean e das macaquices do Jim Carrey ( que não é cult, mas todo mundo ama e ninguém tem coragem de criticar muito), é bacana sim dar a vez a um filme como “As branquelas”, de vez em quando; E todos os outros que seguem o estilo irreverente e sem compromisso nenhum com nada como os filmes do sul dos EUA. É uma pegada diferente. E, cá pra nós, eles fazem séries maravilhosas. Quem não ama o Chris ( aquele que todo mundo odeia), atire a primeira pilha.
Mas, porra. Escroto não define o nível de coisas que você precisa abstrair para conseguir ver o longa até o fim. Os produtores estavam bêbados. Antes, durante e depois das filmagens.


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Humor deveria ter graça…
O que os Wayans fazem é esquecer tudo de bom que fizeram em As branquelas e My Wife and Kids e começarem a usar sexo e insinuações de violência como um alívio cômico que nunca chega. è pior que assistir à Turma do Didi. Ou Zorra Total.
Os Wayans criaram a história de um ladrão anão que se disfarça de bebê para recuperar um diamante. O filme foi considerado de péssimo gosto por fazer piadas preconceituosas ( não disse racistas!) e muito “sem-noção” do que a suspensão de descrença aguenta.
Apenas não assista. O vacilo vai te agredir mentalmente do início ao fim.

5 – Street Fighter – A Batalha Final (1994)

Claro que “O brigador de rua” (créditos ao Cilon) não ficaria fora dessa esculhambação.
Eu poderia falar mal de muitos aspectos desse filme, mas como a primeira vez em que assisti a essa bagaça eu ainda jogava videogame, devo dizer que, de cara, o que me deixou mais revoltada, foi mesmo o visual RI-DÍ-CU-LO do Jean Claude Van Damme.
Ok, é um comentário idiota, mas o que nesse post não é?
Por quê aquela porra de cabelo espetado? Nenhum dos cosplayers ( sim, porque eu não vou chamar aquele bando de malucos de personagens) estavam parecidos com os lutadores originais. Não havia necessidade de fazer aquela porra no cabelo dele. Ele estava igual a uma vassoura piaçava!

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No mais, claro que sabemos que os anos 90 nunca foram para os fracos: as críticas ficam por conta dos golpes mal feitos, pessimamente coreografados, os argumentos mal dados, os up-skirts das poucas personagens femininas ocasionados apenas para o onansmo dos garotos em idade de frequência hormonal acelerada e… bem… aquela porra de musiquinha escrota que nunca mais saiu da cabeça e que era pior que a do próprio jogo.
O filme foi uma adaptação do famoso game Street Fighter. Há quem diga que ele manchou a carreira de Van Damme. Muitos dos personagens usavam fantasias consideradas tenebrosas e o elenco também foi classificado como bastante ruim.
Fica uma coisa bacana: prestaram uma homenagem a Raul Julia: o eterno patriarca da família Adamns. Ele faleceu pouco depois de fazer o filme de luta.