[TOP 5] – Maiores BARREADAS da história dos videogames

Hoje me sinto particularmente iluminado por um espirito de energia multicolorida de modo que o TOP 5 de hoje não vai ofender ninguém nem fazer nenhum hipster derrubar seu quiche de volta no pratinho e… ei, volta aqui, vai ser legal sim!

Como se sabe a industria dos games é uma industria milhonária e não raramente rivaliza com Hollywood em custos, divulgação e arrecadação. O que acontece é que essa industria tem histórias negras de tempos obscuros em que alguém teve uma falta de noção tamanha que encheriam mil paginas de internet com memes do capitão Picard dizendo “MAS COMO É QUE NINGUEM VIU O TAMANHO DESSA MERDA?!?”

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Pq diabos as pessoas falam do peso de um recem-nascido como se isso fosse importante?
É só um bebe, não um pacote de heroína!

Pois bem professor Xavier, segure seus memes que o lado FAIL dos games vem aí!

5o LUGAR – Mega man

UATARREU? Tu bebeste foi? Como que em nome do João do Santo Cristo que de todos os pecados ele se arrependeu tu vai me dizer que Mega Man – um jogo que praticamente definiu uma era – é uma caga épica?

Quer dizer, apesar de insanamente dificil o primeiro jogo do bombardeiro azul para o NES foi um divisor de aguas, um rasga-bucho, um racha-cuca, um vira-tripas e tantos outros vilões do Chapolin na sua era!?

Ok, foi isso que você pensou, certo? Agora respira um pouco e pode relaxar, eu não vou dizer que Mega Man, o classico, o lendário, o joker, o palhaço (opa, citação errada) é um jogo sequer bom, é realmente uma obra prima da sua época. O problema, amigão, não é esse…

O problema, meu compatriota afro-descendente, é outro. Rockman foi lançado no Japão com tanto sucesso que fez com que quatro tentaculos em um hentai brochassem e é óbvio que a Capcom não ia perder a chance de fazer um caixa 2 no lado do mundo onde se escreve de forma a foder com a vida dos canhotos.

Entretanto o nome “Rockman” não era exatamente o ideal (porque daria uma idéia errada sobre a natureza do jogo) e como na época a Capcom ainda dava a minima para o seu publico decidiu mudar o nome do jogo (e do personagem) para Megaman. Foi um cuidado legal da empresa com seu publico, né?

Só que aí chegou a hora de fazer a capa do jogo americano, porque nos anos 80 “anime” ainda não era uma palavra usada senão por professores de educação fisica e não pegava bem um jogo “ultra cool” ter uma capa infantil e colorida como a japonesa.

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Pensando bem, uma capa onde um garotinho esta tentando desesperadamente fugir de um gangbang feito por robos correndo em direção a uma bomba talvez não pegasse tão bem assim de qualquer maneira…

Ok, até aqui tudo certo, né? O problema foi que na hora de fazer a capa do jogo a conversa com o desenhista do jogo foi mais ou menos assim:

– Então cara, é um jogo em um cenário futurista, de plataforma, em que o personagem é um androide de azul que atira e…
– Futurista, plataforma, cara de azul atirando, saquei.
– Err… não quer mais detalhes? É que tá meio em cima do prazo e não vai dar pra mudar depois…
– Não precisa, ja peguei a idéia. Tá tranquilo, teu jogo terá uma capa absolutamente fidedigna! Relaxa que tá comigo, tá com Deus!

O resultado?

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QUE?Q?Q?Q?QQ:QQ:!?

Perae que para redobrar o seu prazer, veremos novamente no replay instantaneo

badboxart-megamanVocê compraria um jogo com esta capa para seu filho? Caso a resposta seja “sim”, dirija-se ao conselho tutelar mais próximo e entregue sua licença de pai

Sério cara… mas … que… como… que tipo de Deus permitiria isso?

4o LUGAR – BUBSY, THE BOBCAT

Ah os anos 90… épocas de adapções cinematograficas porcas,herois de videogame em poucos pixels e muitos jogos de plataforma. Quando a Nintendo arregaçou as trompas de Falópio com os jogos do encanador bigodudo, a Sega respondeu com um jogo com um mascote muito mais cool, irado e todas essas girias que os jovens da época utilizavam. A chamada da Sega para o Mega Drive é “ele faz o que a Nintendo não pode”, e o mascote do seu principal jogo, Sonic, era cheio de atitude,  fazia gestos com a mão e ficava de braços cruzados batendo o pé no chão se você o colocasse correndo a niveis de adrenalina que manteriam um filme do Jason Statham.

No meio dessa coisa de mascotes e jogos de plataforma, a modesta Acolade (mais conhecida por seus jogos de corrida como Test Drive e por fazer DUAS adaptações de Elvira, a rainha das trevas para videogames) resolveu que era hora deles encherem os turrilhões de dinheiro e criar seu proprio jogo de plataforma com um mascote carismático. Basicamente a idéia deles era fazer um jogo que misturasse os melhores elementos de Sonic e Mario, o que resultaria em um jogo de plataforma muito bem construido mas com muita agilidade e velocidade.

Só que não.

Pra começar, a idéia do mascote foi horrível. O tal do Bubsy queria pagar de cool e descola mas cara, veja só isso:

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Véi, você não quer ser esse cara. Você não quer jogar com esse cara. Você não quer nem apresentar esse cara pra sua tia encalhada Gumercinda. Você quer apenas socar essa criatura, esmagar seu cranio de tal forma que seriam necessárias 9 temporadas de Bones para reconstituir a sua cabeça. Mas tá, superando o mascote mala ainda temos que o jogo é completa e literalmente a maior bosta já criada sobre 16bits.

Em algum momento essa desgraça tenta  imitar o Sonic e o que acontece é que na maior parte do tempo você é jogado de um lado para o outro da tela sem saber o que esta acontecendo e… eu mencionei que você não tem barra de energia nem nada? Sim, você é jogado quase aleatoriamente e se encostar em algo (que você não tem nem chance de tentar desviar) já era. E quando você consegue fazer o personagem parar quieto e controlar ele… é pior ainda. Aí entra a parte que eles tentaram imitar os jogos do Mario só que sem a menor noção de inercia ou peso, o que resulta que quando você pula apenas deuses pagões podem te dizer onde e como você vai cair no chão.

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O mais ironico é que no inicio de cada fase ele diz “O que poderia dar errado?”.
Neste jogo, apenas tudo

Bem, podiamos parar por aqui, não é? Só que não. A Acollade não só produziu uma continuação (levemente mais jogavel, mas horrenda mesmo assim) e uma versão 3D para Plasystation que consegue a façanha de SER O PIOR JOGO 3D de TODOS os tempos. Sério, imagine o pior jogo 3D que você já jogou. Ok, agora esqueça Superman 64 e imagine denovo. Imaginou? Pois saiba que Bubsy 3D consegue ser pior que OS DOIS JUNTOS! Cara, como alguém consegue ser MUITO pior que Superman 64? Nem Zod explica…

Juro que um dia eu faço um post sobre esse cancro mole.

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Eu não estou brincando quando digo que isso é pior que Superman 64, acredite.

E acho que podiamos encerrar por aqui, não? NÃAAAAAAAAAAAAOOOOOOOO!!!!

Não satisfeita, a Acollade bancou o episódio piloto de um desenho animado para promover essa inhaca!!! Desnecessário dizer que nunca passou do piloto, mas o estrago estava feito. A moral da história que de mascote cuidadosamente talhado Bubsy se tornou um icone de tudo que houve de errado nos jogos dos anos 90. Se você vir qualquer coisa horrivel dos anos 90, ao menos pode pensar “bom, pelo menos ainda é melhor qeu Bubsy”

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Pq um cartoon dos anos 90 não estaria completo se ele não tivesse sobrinhos…
G-zuis QUEIMA ISSO COM FOGO!!!

Vai sem dizer que a Acollade faliu, embora seu legado vergonhosamente ainda viva

3o LUGAR – VIRTUA BOY

Responda rápido: como serão os videogames daqui a 20 anos?

Se você pensou “imersão em uma realidade virtual” seu palpite é muito bom. Se não pensou esta pensando agora que viu essa frase. Sim, todos esperamos com amor e afinco que um dia possamos não só jogar o jogo mas entrar dentro dele e sentir a adrenalina como se fosse real. Alias isso nem esta tão longe assim com o advento do Google Glass, em breve estaremos vivendo em realidades virtuais dentro de nossas cabeças.

Isso é o que todo mundo sabe, agora vou te contar uma coisa que você não sabe: sabe o motivo se não termos essa tecnologia de imersão virtual nos dias de hoje em escala industrial? Pois é, tem um único e vergonhoso culpado e esse remelento do inferno se chama… NINTENDO!

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Mas como assim cara? A Nintendo CRIOU o mercado dos games, nós só temos videojogos hoje depois do fracasso do Atari graças a esses gloriosos amarelos lindos e ninjas!

Pois sim, isso é verdade mas não muda o fato de que a Nintendo maculou o mundo com uma bosta ridicula chamada Virtua Boy.

PROVA  A: Olha a lazarentisse dessa coisa feia du capiroto

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PROVA B: Observe a saudavel e prazerosa posição que você tem que ficar para jogar essa coisa

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Nada como uma confortavel noite de jogatina, não é?

PROVA C: Veja os gráficos da coisa linda di deus

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Não houve qualquer tipo de manipulação nesta foto, a coisa é assim mesmo. E assim a Nintendo criou o Brickgame do inferno.

Pra você ter uma idéia de como o negócio é tão ruim, mas tão ruim que nos videogames normais se recomenda que você faça uma pausa de 15 min a cada hora de jogo (não que alguem ligue pra isso). Pois bem, no Virtual Boy a recomendação era de uma pausa a cada 15 MINUTOS! Sério, depois de 15 minutos jogando isso seus olhos começavam a verter pus, que era o seu cerebro escorrendo.

E por essa brilhante e graciosa invenção da Nintendo ninguém OUSOU falar em imersão de realidade virtual pelos próximos QUINZE ANOS. Então se hoje você não está esmagando a cabeça de zumbis com os seus proprios punhos, não agradeça a ninguém senão a Nintendo.

2o LUGAR – E.T.

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Pra quem conhece a história dos videogames essa é bem manjada, mas pra quem não conhece senta aqui que tio Cilon vai lhes instruir sobre uma época estranha, de sonhos e loucuras em que as mulheres achavam bonito usar OMBREIRAS: os anos 80.

Pois acontece que no final dos anos 70 os fliperamas bombavam nos US and A com clássicos como Pac-Man, Space Invaders e etc. Eram filas para torrar os seus centavos em fichinhas e não demorou muito para que uma esperta alma dissesse “hey crianças, e se vocês pudessem jogar os mesmos jogos dos fliperamas só que em casa e pra sempre?”. Jamais saberemos quem disse tal coisa, porque ou ele morreu pisoteado pela manada de crianças ou foi preso junto com a sua van por pedofilia.

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Seja como for o Atari virou para os anos 80 como o chocolate com baunilha do pedaço. Alem dos classicos dos fliperamas ele criou os seus proprios classicos como Enduro, River Raid e etc. A Atari ficou mais rica que a família Buscapé administrada pelo Tio Patinhas e houve muita felicidade daí. Do alto do seu império a Atari reinava absoluta, sem se dar conta do terrível abismo que se construia logo a sua frente.

Com o tempo a Atari começou a ficar mais gananciosa e arrogante, achando que qualquer merda que eles lançassem ia ser um sucesso. E assim a qualidade dos jogos foi caindo exponencialmente até que chegamos no derradeiro “episódio ET”.

Se você não conhece o megaboga blockbuster do seu Estevão Spielbergo então vá tomar Nescau de colherinha. O ponto é que o mundo todo conhecia e amava o nanico de dedo brilhante e colocar isso em um jogo era uma receita de sucesso sem erro, certo? Bem, não. A Atari cometeu tantos erros que fariam o dono de uma lojinha de 1,99 sentir vergonha alheia…

Pra começar o acordo com o estudio só foi fechado na metade do ano e o jogo programado para ser lançado no natal de 82, o que significa que o jogo teve apenas 5 meses para ser criado e finalizado (o que é absolutamente impossivel nos dias de hoje e o mesmo tanto era verdade na época)

A Atari confiava tanto no seu taco que entre 82 e 83 cerca de 8 milhões de unidades do jogo foram vendidas, com o seguinte detalhe: a Atari não tinha vendido 8 milhões de consoles. Sim, eles lançaram mais fitas do que haviam videogames no mundo. E entre as que conseguiram ser vendidas no hype do filme, muitas MESMO foram devolvidas porque simplesmente o jogo era uma bosta. E era de fato uma sonora caca horrenda. Ou seja, a Atari gastou milhões (estima-se que entre vinte a vinte e cinco milhões de dolares, o que na época compraria toda América Latina) para conseguir os direitos do filme, produziu mais jogos do que haviam consoles e o jogo ainda fedia mais que coco de caramujo. Um combofail EPICO!

Mas você não precisa acreditar nas minhas palavras, veja como mesmo para os padrões da época o jogo era ASQUEROSO:

O gameplay começa aos 1:30 do  vídeo mas não é necessário saber ingles para ver que esse jogo quando não é pavoroso, não faz nenhum sentido!

E.T. é aclamado por muitos como o pior jogo de todos os tempos, e rezam as lendas que milhões de cartuchos não vendidos de ET foram enterrados em algum lugar do deserto no estado americano do Novo México. A baixa qualidade dos jogos, o plagio irrestrito e bobagens como ET eventualmente levaram ao episódio conhecido como “a grande quebra de 1983”.

Por volta de 84 as pessoas simplesmente tinham BROTOEJAS ao lembra-las da palavra “videogame” e teria sido assim até os dias de hoje se não fosse um bando de amarelos malucos e maravilhosos que, no outro lado do mundo, salvaram os videogames com um revolucionário encanador saltitante. Mas o fato é que o jogo é tão ruim, mas tão ruim, mas tão ruim que quase fez com que OS VIDEOGAMES DESAPARECESSEM DO MUNDO!!!

Imagine que existisse um filme tão ruim, mas tão ruim que fizesse desaparecer os cinemas do mundo todo. Ou um livro tão ruim, mas tão ruim que faria com que todas as bibliotecas e livrarias do mundo fossem fechadas. Cara, é preciso ser muito ruim pra conseguir essa façanha e ET chegou muito perto disso. Com todos os méritos.

1o LUGAR – PLAYSTATION!!!

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Sim, exatamente isso. O maior sucesso da história dos videogames (salvo os portateis da Nintendo) é ao mesmo tempo a maior e mais dolorosa CAGADA da história dos videogames. Como pode uma coisa dessas? Bem, vou te contar uma história…

Anos 90, uma época de ouro onde a Nintendo reinava absoluta nos mercados que realmente importavam na época (Estados Unidos e Japão) enquanto a sua única real concorrente SEGA corria por fora em palcos menos ilustres (como no Brasil e na Europa). Entretanto o que ambos sabiam é que o tempo SNES e do Mega Drive esta chegando ao fim e era necessário se preparar para o futuro.

A SEGA tentou com acessórios para aumentar o poder do Mega Drive (como o SEGA CD e o 32x) que transformavam o console em um Xis Enfarto

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Agora você sabe da onde o “Mega” de  Megazord vem…
Alias, pra que diabos o videogame tem um botão de volume? O da TV já não é suficiente?

A Nintendo, é claro, preferia uma solução mais elegante. Alias a muito tempo na verdade, em 1988 ela começou a trabalhar com a Sony em um acessório para rodar CDs no SNES. Entretanto a parceria não deu certo porque, basicamente, a Nintendo era uma maniaca controladora tacanha. Vou te explicar o que aconteceu:

As empresas que faziam jogos para o SNES odiavam profundamente a Nintendo pelo modelo de mercado de jogos que a Nintendo adotava. A própria Nintendo, e apenas ela, produzia e distribuia os cartuchos e a empresa que fazia o jogo em si ganhava uma fatia da arrecadação. O sonho molhado das produtoras era que elas mesmas pudessem criar (fisicamente falando) os seus jogos e distribuir para quem bem entendessem sem ter que pagar uma “taxa de proteção” a dona do quarteirão.

Quanto a isso a Nintendo apenas respondia: “não gostou? Vá vender seus jogos na concorrencia… ah, opa, não há nenhuma, que pena”

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Está vendo aquilo? Lá está a minima que eu não estou dando

Obviamente a Sony, que não dependia da Nintendo para viver (ao contrário das empresas que faziam jogos) ergueu uma sobrancelha e disse “MAZZZEEEMMM?”. O que a Sony queria era uma porcentagem dos jogos comercializados para o SNES CD, e a tacanha da Nintendo disse “nem fudendo um curupira manco”. E cada uma foi para o seu canto.

A Nintendo tentou uma parceria com a Philips para lançar o seu “Nintendo CD” e… digamos que não deu  lá muito certo…

Basicamente a Nintendo trocou a parceria com a Sony por… isso.

E essa foi a maior e mais sonora cagada de toda a história dos videogames. Porque veja, graças a ganancia da Nintendo eles chamaram para brincar um amigo muito mais poderoso do que ela podia controlar e quando ela pediu para ele deixar o parquinho o amigo fortão disse “Hm… não, acho que vou ficar com o parquinho para mim”. E foi isso que a Sony fez.

Com o know-how aprendido ao trabalhar com a Nintendo a Sony completou o projeto por si mesma e o chamou de “Playstation”. E como a Sony tinha dinheiro a dar com pau (apenas a divisão de games da empresa, sem contar a gravadora e os estúdios, brincando comprava a Nintendo) ela ofereceu as empresas que faziam jogos tudo que elas sempre quiseram. E foi assim que elas puderam dar uma banana pra Nintendo e migraram imediatamente para as bandas da Sony, sem as restrições maquiavélicas sobre a produção de jogos.

E é por isso que por muito tempo o Nintendo 64 nunca teve um Final Fantasy, um Resident Evil ou um Tomb Raider. A Sony havia arrebanhado todas as grandes mentes para baixo de suas asas e a Nintendo ficou a ver navios.

O final dessa história todo mundo sabe: hoje “Playstation” é sinonimo de videogame no mundo todo e por mais de uma década a Sony dominou sozinha o mercado dos videogames sem sombra de concorrencia NENHUMA. O PS2 ainda ecoa como um dos maiores sucessos de todos os tempos e ele simplesmente não tinha nenhum rival a nível comercial.

Eventualmente a Microsoft (que é ainda mais enorme do que a Sony) entrou na brincadeira, mas aí já é uma outra história.

O que importa é que a Nintendo amargou um longo inverno e só não fechou as portas devido ao sucesso monstruoso que seus portateis faziam e ainda fazem (e muito disso graças a pokémon, diga-se de passagem), tudo isso por causa da LAMBADA historica que ela levou da Sony por causa do Playstation. QUE PODERIA TER SIDO DA NINTENDO.

Você ter tido a chance de ter criado o Playstation é tipo ter o Pelé ou o Maradona nas categorias de base do seu time e você os dispensar por não ver muito potencial neles, e foi isso o que ela fez. Na boa Nintendo… como você é burra, cara!

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