[TOP 10] Os melhores filmes de Natal!

Vem chegando o natal e, muito mais do que aquele “espírito” de beneficência e fraternidade inserido na consciência coletiva, pululam na televisão aqueles mesmos filmes guardados na memória afetiva de milhares. Quais os melhores? Elegemos alguns deles. Vocês concordam?

Trocas de papéis entre um menino e o bom velhinho ou de um cara atrapalhado e Nicolau estressado clamando por férias, ou uma invasão alienígena debaixo de neve, ou um drama ou longa de ação cujo protagonista deseja se encontrar com a família antes da ceia. De que gênero você gosta mais?

Sem mais delongas, aqui vai a nossa seleção:

№ 10 – “O Estranho Mundo de Jack” (1993).

O Estranho mundo de Jack de Tim Burton (você já se lembra da assinatura visual de Os Fantasmas se Divertem) conta a história do Rei das Abóboras, Jack Skellington (Chris Sarandon), habitante da cidade do Dia das Bruxas, que, cansado de comemorar o Halloween sempre da mesma maneira todos os anos, decide se aventurar por outras bandas e acaba se encantando com a alegria do Natal de nosso mundo. Então, toma o Papai Noel como refém de sequestro, mesmo contra a vontade da namorada. O problema é que as consequências deste ato acabam se tornando desastrosas.

№ 9 – “Duro de Matar” (1988).

Estrelado por Bruce Willis e dirigido por John McTiernan, o primeiro de uma franquia de sucesso que segue para a sua sexta edição. No Natal, John McClane (Bruce Willis) planeja voltar para casa, em Los Angeles, e acertar seus ponteiros com a esposa. Resolve fazer uma visita surpresa à amada (Bonnie Bedelia) no edifício em que ela trabalha. No entanto, repentinamente, bandidos surgem ali e ele se vê numa situação em que precisa salvar o dia.

№ 8 – “Gremlins” (1984).

Criaturas fofas e dóceis que ao serem molhadas se tornam verdadeiros demônios! Ah, e elas também não podem ser expostas ao sol ou comer após a meia-noite. A comédia de terror nos apresenta a face ruim dos presentes-surpresa – nem sempre são bons como se pode esperar, e alguns ainda vêm sem selo de troca. A direção é de Joe Dante e a produção de Steven Spielberg.

№ 7 – “Simplesmente Amor” (2003).

Relacionamentos interpessoais, vidas que se entrecruzam e têm sob pano de fundo o dia de Natal. Casais apaixonados vividos por um elenco de feras: Hugh Grant, Martine McCutcheon, Colin Firth, Emma Thompson, Alan Rickman (de alcunha O Saudoso), Laura Linney, e Rodrigo Santoro, em um de seus primeiros filmes em Hollywood.
A trilha sonora também é ponto forte; dentre as canções: Christmas Is All Around, All You Need Is Love, Here With Me e All I Want For Christmas Is You. Confesso que suor masculino escorreu de meus olhos…

№ 6 – “Meu Papai é Noel” (1994).

OK, dude! Esse filme não é bom. Mas podemos dizer que conquistou essa posição por sua insistência. Frequentemente exibido na Rede Globo nos anos 90, trata-se da história de um vendedor de brinquedos Scott Calvin (Tim Allen), que, ao ver o Papai Noel acidentado (ele havia caído do telhado), decide ajudá-lo e se compromete a entregar os presentes das crianças no mundo inteiro naquela noite. É engraçado vê-lo desesperado ao engordar e ganhar barba de forma mágica, transformando-se no Papai Noel.

№ 5 – “Edward Mãos de Tesoura” (1990).

Mais um filme de Tim Burton na nossa curadoria. Nesta melancólica e sombria história, Edward (Johnny Depp) é uma criação de um cientista louco que tem tesouras no lugar dos dedos, e que acaba matando seu “pai” quando o vê tendo um ataque cardíaco e tenta socorrê-lo. O enredo não é natalino, mas se passa justamente durante a época festiva. Você pode saber mais dele, se quiser, escuntando nosso cast filmes dos aos 90!

№ 4 – “O Grinch” (2000).

Essa comédia protagonizada pelo excelente Jim Carrey, dirigido por Ron Howard e inspirada pelo livro mesmo nome de Dr. Seuss, discorre sobre uma criatura horrenda e resmungona que detesta o Natal. O Grinch tenta a todo custo impedir a comemoração dos moradores de Quemlândia, inclusive roubando de suas casas qualquer item que esteja relacionado à festividade. Uma menininha tenta convencer o verde perverso da beleza do dia.

№ 3 – “O Expresso Polar” (2000).

Apesar de não ter sido muito bem recebido por quem o assistiu naquela época, este filme fez uso de uma tecnologia de animação inovadora: a mesma captura de movimentos que veio ser útil em O Senhor dos Anéis e King Kong. Tom Hanks dubla e atua dando vida a cinco personagens distintas. Na véspera de Natal, um menino finge que está dormindo esperando pegar o Bom Velhinho no flagra. Quando, num estalo, surge um imenso trem expresso noturno e um condutor amigável a convidá-lo para uma viagem… ao Pólo Norte!

№ 2 – “Cidadão Kane” (1941).

Lembro-me de ter assistido a esse filme como atividade obrigatória para o vestibular da faculdade de jornalismo Faculdade Cásper Líbero – não passei, porque fiz a prova estando de ressaca. Considerado um dos melhores filmes de todos os tempos, permanece sendo discutido e analisado por cinéfilos há mais de sessenta anos! Apresentando a vida do magnata da imprensa Charles Foster Kane sob diferentes pontos de vista, a obra critica a mídia e o capitalismo americano numa narrativa inovadora e consistente, e de reconhecida beleza visual. A direção é de Orson Welles. A maravilhosa trilha sonora por conta de Bernard Herrmann (o preferido de Hitchcock), a fotografia progressista de Gregg Toland e as sublimes atuações dos atores vindos do grupo Mercury Theater encerram os comentários.

№ 1 – “Esqueceram de Mim” (1990).

Olhe para o espelho. Faça uma pose de durão. Pegue uma escova de cabelo e finja ser um rock star. Por último, apare os pelos do rosto e passe muito, muito pós-barba! Hahaha!

Não dá para esquecer de Kevin McCallister (Macaulay Culkin). O moleque inferniza a vida da sua mãe e de todos de sua família, quando eles se preparam para uma viagem de natal, e é esquecido sozinho. Mas, poxa, qualquer criança saudável se comporta exatamente como ele!
Nos próximos dias, o “menor abandonado” tem que se virar para comer, lavar roupa, manter a casa limpa… quando dois ladrões tentam invadir a casa sua casa. Harry (Joe Pesci) e Marv (Daniel Stern) são responsáveis pelas cenas mais hilárias do longa.
Anos depois, Chris Columbus, o diretor, provou ter uma mão exímia na condução de filmes com protagonistas mirins: Harry Potter e a Pedra Filosofal te diz alguma coisa?

Faltam 11 dias para a Véspera de Natal, alguns deles estão na Netflix. Não vale uma maratona?