[CONTO] Uma Quimera, Mãos de Cera e Livros em Branco.

A luz difusa amarela , quase laranja, se espargia timidamente pelo recinto escuro. Nas paredes, viam-se uma infinidade de livros – tantos que seria impossível determinar de que cor era a parede. Os livros ocupavam cada canto daquele cômodo. No centro do recinto – talvez possamos chamar o misterioso lugar de sala, pelas acomodações simplistas…