[NGF RECOMENDA] Guerras, física quântica, filosofia, deuses e jedi (e muito mais)

Apesar de publicarmos aqui resenhas de livros e quadrinhos, reviews de animes, games e séries, críticas de filmes, entre outras formas de opinarmos a respeito do que consumimos de cultura pop, também gostamos de fazer umas recomendações rápidas sobre coisas que lemos, jogamos, assistimos ou escutamos. Por isto retornamos hoje com o NGF Recomenda, em novo…

[VOCÊ JÁ JOGOU?] UNDERTALE (ou você não precisa fingir ser um dos garotos legais para ser legal)

No mundo dos videojogos, nostalgia se tornou uma abreviação para “hey, vamos fazer de qualquer jeito porco e vai vender”. Vê, seus gráficos não são ultrapassados: eles são retro. Sua história não é fraca: ela é minimalista. Seus controles não são ruins: eles são conceituais. Como o grande pensador Ron Swanson disse uma vez, qualquer…

[MÚSICA] Você consegue encontrar as 16 referências cinematográficas do clipe “Train”?

É normal encontrarmos clipes musicais com referência a algum filme famoso. Mas a banda indie Brick + Mortar foi um pouquinho além disso. No clipe da música Train, os modelos John Hein e Brittany Markert recriaram não uma, nem duas, mas 16 cenas icônicas de diferentes filmes! Acha que consegue reconhecer todas elas? Então assista o clipe…

[CINEMA] WHIPLASH (resenha)

Como eu já havia comentado anteriormente, o festival de Sundance é meio que o Oscar do cinema alternativo, o mais popular (por mais contraditório que isso soe) dos prêmios para os filmes indie. Ele e eu não somos os melhores amigos, e hoje vou falar do grande vencedor do festival em 2015 e indicado ao…

[CINEMA] Viagem no Tempo: 7 Loops Temporais de Hollywood

É tudo culpa do filme Feitiço do Tempo (Groundhog Day). A comédia de sucesso de 1993, estrelada por Bill Murray, que interpreta um sarcástico meteorologista forçado a reviver o mesmo dia várias vezes até ele tornar-se uma pessoa melhor, tornou a ideia do loop temporal muito popular como um recurso narrativo para filmes e séries de…

[GAMES] Review: Gone Home – Uma Casa de Memórias Vivas

O que poderia ser um videogame propriamente dito? E como poderia ser configurado como arte? Essas são perguntas, talvez banais ou incertas, que constantemente tomaram forma ao longo de toda a evolução dessa mídia interativa, depois de observarmos as suas mais variadas possibilidades. Sendo o mais simplista possível, entendemos arte como uma forma de expressão…