[QUADRINHOS] Turma da Mônica Jovem N.12/112 – O Desaparecimento dos Mágicos (A Pistola Hipnótica Ataca Novamente)

A Edição de Dezembro de 2017 da revista/mangá Turma da Mônica Jovem encerou o ano com um “gosto bom na boca”. Ela tem um roteiro de Edson Itaborahy, que fez jornada dupla esse mês, já que ele também roteiriza a Chico Bento Moço desse mês. Nessa história temos a participação de Pyong Lee (o youtuber/mágico/pistola hipnótica), que já tinha feito uma aparição na edição 39 de CBM; e o personagem dele supera a desconfiança e funciona muito bem pra trama.

Sinopse: Mágicos do mundo inteiro vêm sumindo misteriosamente durante suas apresentações. Isso chama a atenção de Nimbus, que também é mágico. Então, com a ajuda da Turma e de outro mágico, com quem Nimbus fez amizade, eles decidem chamar atenção do responsável pelo desaparecimento dos mágicos fazendo shows, para então capturá-lo.

Avaliação:

Arte de Capa e Storyboard – A capa e a quarta capa mantiveram o padrão habitual, com um destaque pra quarta capa. Já o storyboard se manteve adequado a maior parte da edição, mas alguns personagens não ficaram tão bem desenhados: o cavanhaque do Linus está inconstante, e os dragões da página 94 estão com uma profundidade estranha. (1,6/2)

Enredo – O roteiro é bom e divertido, mas os eventos acontecessem de forma muito acelerada. O Pyong cai de paraquedas na história. Isso não atrapalha o desenvolvimento do personagem, mas é meio incômodo. As motivações do vilão são clichê, e em momento algum ele assusta no nível de ser considerado uma ameaça. Alguns momentos foram bem inspirados. Se essa história fosse maior, saísse em duas ou mais edições, e tivesse maior apelo dramático, ela com certeza alcançaria um patamar maior. (1,6/2)

Criatividade e Coerência – A trama está perdida entre uma aventura investigativa e uma trip teen. Muitos momentos são clichês, mas o roteirista acertou em cheio em dois pontos da história: as habilidades do Pyong e do Nimbus; e o mistério por trás do desaparecimento dos mágicos, já que desaparecer faz parte do trabalho deles. Mas a conclusão do mistério não faz jus a ele. (1,7/2)

Marketing – A participação de um youtuber conhecido e a edição ter sido “lançada” na CCXP 2017, com capa variante e exclusiva do evento, com certeza devem ter ajudado no desempenho de vendas da revista esse mês.(2/2)

Diversão – Apesar do começo acelerado, a edição consegue entreter durante sua leitura. Não é super empolgante, mas diverte.(1,6/2)

Nota Geral – 8,5/10

(Eu recomendo essa edição aos colecionadores. E se você, leitor, tiver a edição com capa variante, comente aí em baixo e vamos negociar!)

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