[QUADRINHOS] Turma da Mônica Jovem N.11/111 – A Evolução das Maquinas (Resenha)

A Edição de Novembro de 2017 da revista/mangá Turma da Mônica Jovem foi uma das melhores edições desse ano. A história foi bem contada, desenhada, com referências bem dosadas e principalmente divertida. E essa edição ainda contou com a participação da minha personagem favorita da TMJ, a Androide Brisa, que não aparecia desde a edição 73. Então essa minha review é meio suspeita.

Com roteiro de Petra Leão, a revista utilizou uma temática que foi muito trabalhada por autores como Isaac Asimov, autor do livro Eu, Robô, e em filmes como Exterminador do Futuro e Blade Runner: a Inteligência Artificial (ou Aprendizado de Máquina, para quem trabalha na área). O potencial de evolução das máquinas é teoricamente ilimitado. Dessa forma, não é impossível que um dia elas venham a adquirir consciência ou livre arbítrio. Mas a questão é: o que elas fariam com essa liberdade de escolha?

Sinopse: Um belo dia, Cebola estava sendo noob em Overwatch, e um objeto esférico acerta sua janela. Esse objeto era uma máquina chamada B.O.R.E.A.S. Apesar de não saber de onde ele veio, a turma decide acolher o robô e ajudá-lo a entender um pouco mais sobre o que é ser humano. Mas alguns ficam com o pé atrás quanto a essa evolução do robô.

Avaliação:

Arte de Capa e Storyboard – A arte da capa e da quarta capa ficaram fenomenais. E vale dar destaque às referências da quarta capa a Big Hero 6JoJo’s Bizarre Adventure e Overwatch. O storyboard ficou muito acima da média, com direito a formas chibi dos personagens e um número maior de expressões faciais. (2/2)

Enredo – O enredo foi construído respeitando o universo TMJ roteirizado por Petra Leão. Assim, temos a participação de Nick e da Brisa de forma funcional, sem deixar a impressão de que o universo da edição anterior foi desconsiderado na edição atual. A história criada é uma comédia, com uma pitada de drama, que tem começo, meio e fim bem trabalhados, e uma boa reflexão de presente.(1,9/2)

Criatividade e Coerência – A história da revista é muito bem amarrada, mas deixa uma ponta solta de forma proposital, para inserir B.O.R.E.A.S em uma possível trama derivada. Não chega a ser um tema criativo por ser retratado em várias mídias, mas foi bem trabalhado na edição. As referências a outras obras foram muito bem usadas, sem soarem gratuitas. (1,7/2)

Marketing – É uma revista que deve ter boas vendas graças à capa, que é bem chamativa, e a temática.(1,8/2)

Diversão – Foi uma edição bastante divertida, com um timinig cômico ótimo. A história agrada ao leitor de qualquer faixa etária, e tem um fator replay muito bom. (2/2)

Nota Geral – 9,4/10

 

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