3 thoughts on “[PSICOLOGIA] Genialidade ou Loucura? – Além da Fronteira

  1. Sobre o Poe: “Aos 26 anos de idade, colocou o que restava de sua sanidade em questão ao casar-se com a própria prima de apenas 13 anos” – É bom lembrar que até pouco tempo atrás isso era algo normal, portanto, contextualizando, não podemos atribuir isso a uma suposta falta de sanidade.

    No mais, eu não sabia que Tesla e, principalmente, Proust (esse apenas um esquizoide, um depressivo, talvez), tinham traços de insanidade. E creio que o caso de Lovecraft é apenas criatividade em excesso mesmo, sem traços de loucura.

    É incrível notar como muitas mentes doentias, como a de William S. Burroughs, por exemplo, podem guardar sanidade e genialidade maiores que as encontradas em muitos por aí tidos como seres “normais.”

    • Pensei nisso, quanto ao caso de Poe. Mas, se levarmos em consideração que HOJE em dia esse tipo de disparidade de idades para uma conjunção carnal é tipificado como crime e doença, podemos considerar isso um pouquinho de loucura. Mas sua visão é válida, claro.

      Quando a Lovecraft, foi mais pela literatura mesmo, que tem uns tons esquizofrênicos. Mas de fato, o escritor não teve um histórico de insanidade.

  2. Há tempos penso no que está devidamente descrito neste site, penso que seja difícil, para não dizer impossível, que uma pessoa desprovida de alguma desordem mental consiga analisar alguma questão sob um angulo que lhe permita ver, entender, algo até então ignorado por todos.
    Admitindo que a quantidade de portadores de ditas desordens seja de 1% de todos os humanos que já existiram, penso todas as facilidades que todos usufruímos atualmente, nas diversas áreas do conhecimento, sejam mérito desse 1%.

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