[MISTÉRIOS] As Linhas de Ley como Explicação para o Inexplicável

As Linhas de Ley são provavelmente conhecidas e estudadas por diversas civilizações antigas, porém só foram “popularizadas” por Alfred Watkins já no século XX. Elas baseiam uma teoria, que pode explicar uma grande diversidade de acontecimentos históricos considerados até então inexplicáveis.

Para definir melhor o que são as linhas e os efeitos causados, temos que retornar até por volta do século V e IV a.C com Pitágoras e Platão. E para entender melhor a teoria, é necessário estar familiarizado com os métodos.

linhas de ley 08

Aqui estão os 5 sólidos de Platão, que representam os cinco pontos do pentagrama da magia, e que por sua vez, representa os cinco elementos. São eles: tetraedro (fogo), hexaedro/cubo (terra), octaedro (ar), icosaedro (água) e dodecaedro (universo, espírito, Prana).

linhas de ley 04

Coincidentemente, no Ashmolean Museum de Oxford, estão em exposição um conjunto de 5 pedras esculpidas em torno de 1400 a.C., que representam com clareza os sólidos de Platão (que só foram descritos mil anos depois).

linhas de ley 03

linhas de ley 05Também em museu, só que desta vez no British Museum, estão expostas duas esferas de metal com 20 e 12 pontos, que se encaixam e rolam uma sobre a outra, estabelecendo um conjunto de 62 pontos e 15 círculos. Essas esferas possuem cerca de 2500 anos, e acredita-se que também foram utilizados em estudos platônicos.

É importante ressaltar que esses objetos são frequentemente descritos meramente como artefatos religiosos, ou até como simples objetos de decoração. Sendo ignoradas suas possíveis utilizações para estudos.

Agora é que começam os fatos bizarros. Membros das Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos em uma esfera, e o resultado foi uma combinação de 4862 pontos e 120 círculos, como pode-se observar a seguir.

linhas de ley 02

Sobrepondo a combinação obtida com o experimento em um mapa, iniciam-se as milhares de coincidências. As Linhas de Ley coincidem com cidades como Cairo, Londres, Paris, Berlin, Moscou, Washington e Brasília.

No geral, as linhas definem padrões energéticos, que correm tanto em cima como em baixo da Terra (“as above, so below”), e essas energias podem afetar o campo eletromagnético humano. As grandes civilizações sabiam disso, e provavelmente criavam mapas de suas cidades que entrassem em harmonia com as linhas.

Mas não só cidades coincidem com pontos das Linhas de Ley. Lugares que sitiam pirâmides, locais sagrados, círculos de pedra, e até com muitos avistamentos de OVNIs, estão circundados por essas linhas.

linhas de ley 01

Outro exemplo: em sua obra intitulada “The Twelve Devil’s Graveyard Around The World”, Sir James Churchward aponta doze locais (incluindo o Triângulo das Bermudas) com maior ocorrência de acidentes e desaparecimentos de aviões e barcos. Quando estudiosos compararam com o mapa das Linhas de Ley, os doze locais estavam em pontos marcados pelo icosaedro (sim, o sólido que representa a Água).

Os campos envoltos pelas linhas também podem ser remapeados em redes menores, podendo chegar em mínimos territórios, como bairros, ou até mesmo em casas específicas.

A maior questão é: por que não usar as Linhas de Ley ao nosso favor?

Tendo ou não fundamento científico, religioso, ou até mesmo filosófico, não podemos deixar de notar os 4862 pontos que coincidem com importantes locais históricos. E por que ignorar tantas coincidências?

Atualmente as linhas são consideradas somente no que chamam de Feng Shui, que é um conceito muito banalizado e até mesmo ridicularizado, querendo ou não.

Se reais, as linhas podem ajudar numa melhor construção e arquitetura da sociedade. Por que não colocar hospitais e escolas nas linhas prósperas, e cemitérios em pontos ruins?

Os antigos já tinham o conhecimento, agora nós também temos. O que resta é aplicar.