[LIVRO] O Caminho do Louco, de Alex Mandarino (resenha)

o caminho do louco alex mandarino avec feat

A vida de André Moire está prestes a mudar enquanto o mundo prende o fôlego, vítima de uma conspiração secular que envolve magia, misticismo, ciência e alta tecnologia. Em jogo está a consciência coletiva da humanidade e sua capacidade de expandir-se. As Guerras do Tarot estão apenas começando. 

O Caminho do Louco pode ser o primeiro romance de Alex Mandarino, mas não há o menor indício disto na obra, que parece escrita por um autor com muito tempo de estrada no mundo literário. Estou falando de um tipo de escritor que não fica escondendo o jogo, e já deixa bem claro que necessita de nossa atenção para assimilarmos o que ele se dispôs a dividir conosco.

Às 23h36min em ponto o trem partiu. E, como bem sabem fazer os trens, seguiu por uma linha de ferro que já estava escrita.

Página 13

O prólogo, por exemplo, é muito dinâmico e eficaz em conduzir o leitor por uma rede de eventos simultâneos onde as vidas de diversos personagens se cruzam. Mau agouro, intuições e um clima conspiratório marcam as páginas iniciais. Nelas um monge paranoico, um taxista viciado em cocaína, um pai e uma filha que não se falam há anos são conduzidos na direção de duas tragédias que conectam as vidas de todos eles. Um início excepcional para um livro que já começa intrigante.

Filetes vermelhos se espraiavam pelo azulejo, linhas férreas mercuriais se encontrando no infinito.

Página 21

Mal recuperamos nosso fôlego depois do tenso prólogo, e já somos arremessados numa missão de roubo e infiltração, cujos parâmetros são previamente definidos por uma sacerdotisa escocesa que emprega uma mistura de técnicas arcanas e modernas de adivinhação. A operação é narrada com habilidade por Alex, nos preparando para os conflitos que seguirão dali adiante, todos desencadeados pela dupla de manuscritos misteriosos que aparecem no prólogo e no primeiro capítulo, respectivamente.

Antes de prosseguir, devo lembrar que este é o 1º livro da trilogia intitulada Guerras do Tarot. “Tá, mas que Tarot é este, Rodrigo? O baralho de adivinhação?” Não exatamente. O Tarot da história é um grupo formado por homens e mulheres do mundo inteiro, que possuem características, habilidades e poderes ligados aos arcanos do baralho. É mais complexo que isto, mas, por hora, é o que você precisa saber. Prossigamos!

É o Tarot que está por trás da tentativa de roubo narrada logo no início do livro. Aos poucos vamos conhecendo seus membros e seus objetivos. Aliás, este é um dos motes não só de O Caminho do Louco, mas de toda a trilogia.

Este primeiro livro é menos uma história sobre o Tarot, e mais sobre a jornada de André Moire, nosso protagonista. Você pode não conhecer o rapaz, mas certamente se identificará com a situação dele: um prisioneiro de rotinas alienantes e supressoras da liberdade de expressão e atuação, inconformado com a vida que leva, de saco cheio do rumo que ela tomou, e desesperançoso do futuro. Alguém como eu e você, que também tem vontade de jogar tudo pro alto e gritar “Chega dessa merda!”

caminho_do_louco_loucoCuriosos os nãos: alguns impõem uma aura de respeitabilidade e responsabilidade social, enquanto outros são tratados como nada e mantidos a distância, no ferro-velho das obrigações, onde todos os seus desejos, vontades, prazeres, preferências, gostos, diversões, alegrias e sonhos ardem nas chamas azuladas da barriga dos incineradores de lixo.

Página 32

[…]

Eu fiz Jornalismo por um motivo simples: gostava de escrever. Se soubesse, teria feito Letras, História ou Biblioteconomia, porque gostar de escrever é o que menos importa nessa profissão que há mais de quinze anos se arrasta como uma bola de chumbo presa ao meu tornozelo.

Página 35

Nós te entendemos, André, nós te entendemos…

Aliás, aponto aqui uma informação que julgo relevante: a profissão de André é a mesma de Alex. Reflitam!

Depois que André toma uma decisão que muda o rumo de sua vida, a escrita de Alex fica mais intensa, lisérgica, como se o ato em si desencadeasse um fluxo de informações e percepções em sua mente que o convida a tomar as rédeas de sua existência, e o impulsiona a seguir adiante num caminho escolhido por ele próprio, que promete grandes mudanças e um propósito maior para sua vida. Parte dessa epifania se assemelha à jornada de autodescoberta de Neo em Matrix. Mas não se deixe enganar por esta comparação, pois a força do livro e sua originalidade reside na densa e rica tecitura formada pelas palavras reverberantes de Alex.

“Quem adia a hora de viver corretamente é como o simplório que espera o rio terminar de correr para atravessar.” – Horácio (65 a.C. – 8 a.C.)

A iniciação de André ocorre de maneira intuitiva. Respondendo ao seu desejo de encontrar um novo caminho a seguir, ele parte numa espécie de peregrinação pessoal que o põe em contato com a natureza, com rituais indígenas  amazonenses, e com a cultura pré-colombiana do México. Tudo isto o estimula a dar uma atenção maior para o aspecto transcendente da existência humana, inicialmente a partir do uso ritualístico de drogas naturais expansoras de consciência, como a caapi (ou ayahuasca, fonte da DMT – mais sobre ela aqui) e o peyote (mescalina), “plantas de poder”, capazes de ampliar a percepção humana, dando ao usuário acesso a aspectos da realidade inacessíveis sob condições normais.

Pra imergir o leitor na percepção de André, em determinados trechos a escrita de Alex remete à de William Gibson. Com isto nos vemos mergulhados num fluxo intenso e contínuo de informações e impressões de apenas um instante.

Também ajuda muito a ampliar nossa percepção a abordagem holística de Alex. Eventos num canto do mundo repercutem em outro, como se uma grande teia mística cobrindo o planeta sentisse as vibrações de alguma ideia que se prendeu nela (mais tarde é possível relacionar isto à rede energética da Terra chamada de linhas Ley, um conhecimento que Pat apresenta a André). Um dos eventos são os documentos descobertos no início do livro. Outro é o “despertar” de André, e sua iniciação no Tarot como o Louco. Por trás destes eventos, monitorando-os e tentando assumir parte do controle deles, estão o Tarot, e uma sociedade secreta com ligações não totalmente esclarecidas com o Vaticano. Fica subentendido que esta última representa forças temíveis e opressoras, que não hesitam em usar seus Escravos contra aqueles que buscam acessar e disseminar informações que ocultam do resto do mundo, enquanto o Tarot busca a libertação e iluminação da humanidade através de todas as fontes de conhecimentos.

Paralela à iniciação de André, acompanhamos outras missões de membros do Tarot ao redor de mundo. Uma delas é um assalto ao Banco do Vaticano. O roubo em si não chega a ser empolgante – é até um tanto monótono – mas a fuga da polícia nas ruas de Roma, descrita do ponto de vista de Jack, o Carro, é um verdadeiro exemplo de como narrar uma perseguição automobilística num livro. É frenética, e descrita de uma forma bem criativa:

Você não pilota mais o carro. Você é o carro. Você é o Carro, pilotando o carro do Carro. Você é a biga solar de Apolo, tomada emprestada por Hermes; as águas efervescentes do Aqueronte são o seu combustível. Seu cérebro acelera junto com o motor; seus amigos desaparecem ao seu lado; o próprio Lamborghini está invisível e então, para enxergar melhor a rampa, você fecha os olhos. O momento é agora. […]

Página 109

O Caminho do Louco é uma iniciação ao ocultismo sob a forma de ficção fantástica, como Os Invisíveis de Grant Morrison e Promethea de Alan Moore, que também usaram conceitos de magia e esoterismo em várias de suas histórias, instigando a fome de conhecimento de seus leitores. Assim, ao mesmo tempo que Alex passa por sua iniciação, nós também passamos por uma, ao acompanhar sua jornada. E isto Alex coordenou com muita perícia, integrando à trama um curso introdutório ao Tarot, já que André, assim como nós, está começando a aprender sobre a organização que personifica os arquétipos representados pelo baralho.

As lições que André aprende com François, o Mago, que é apenas o primeiro arcano do Tarot, são fascinantes. Cito abaixo alguns dos meus trechos favoritos:

caminho_do_louco_mago– E quais são os outros mistérios [da magia]?

– Bem, um deles é “improvise sempre que for necessário.” Improvisos e intuições tendem a ser mais “verdadeiros” e confiáveis do que dogmas milenares e “secretos”. Na verdade, os dogmas milenares e secretos são um monte de bobagens. Uma babaquice. Servem apenas para legitimar aos olhos mais incautos e descrentes o funcionamento e veracidade de coisas que, no fim das contas, são bem simples, e deveriam estar acessíveis a todos. – página 136

[…]

“No início do século 20, a velocidade era subversiva, inovadora. […] Hoje, a velocidade nos estonteia, nos controla como um poderoso alucinógeno às avessas. Agora é a lentidão que veste os andrajos da subversão.” – página 138

[…]

“Luta de classes muitas vezes funciona como um mito dogmático […] Bodes expiatórios para “revoluções” que apenas fazem a roda girar, em vez de descarrilhar tudo.

[…]

“Somente uma esquerda apegada ao passado e ignorante deseja nivelar a todos por baixo, com medo da cultura e da História. Medo de que a cultura olhe para ela e, como as Górgonas, a fulmine e a transforme em pedra. Não, a verdadeira mudança está além disso.” – páginas 150 e 151

Apesar de ser uma aventura fantástica, ela é muito sintonizada com o cenário político atual. Mas Alex foi cuidadoso em não torná-lo dependente disto, evitando que a obra fique datada em alguns anos. Suas reflexões são contundentes e relevantes sem a necessidade de citar eventos específicos.

Felizmente o fato de André seguir um caminho pré-estabelecido para sua iniciação no Tarot não “engessa” a escrita de Alex, que vai melhorando e nos envolvendo cada vez mais conforme avançamos na leitura. O que torna os próximos encontros de André com os demais arcanos muito promissores.

Pat, a Sacerdotisa, é o segundo arcano no caminho do Louco. Ela é uma maga que usa música e magia do caos para expandir sua consciência, invocar os poderes arquetípicos dos deuses antigos, e afetar a realidade a favor das ações do Tarot. É através dela que o objetivo da organização se torna mais claro:

O Tarot é o despertador que vai acordar as pessoas. Temos acordado pessoas desde a nossa origem. E buscamos o conhecimento, em todas as suas fontes. Na magia, na arte, na ciência, onde ele estiver escondido.

Página 170

Através de Pat, Alex deu a melhor explicação que já li sobre as misteriosas linhas Ley (sobre as quais a Monique escreveu neste artigo). Não apenas esclarecendo sobre seu funcionamento, mas também correlacionando-as com diversas culturas que tentaram mapear as linhas de energia que percorrem a Terra formando uma rede global no “corpo de Gaea”. É um conceito fascinante que eleva o planeta ao nível de divindade.

Aliás, os dias que André passa com Pat reforçam a ideia da Terra não apenas como um organismo planetário, mas também como um imensurável banco de dados que guarda registros de sua própria história. Informações mais acessíveis em determinados locais onde elas não recebem interferências de sinais artificiais (produzidos por máquinas ou aparelhos humanos). Lugares como o bosque da Sacerdotisa, que é distante de qualquer foco de civilização. Um santuário natural e ancestral, cheio de uma sabedoria que está sempre pronta a ser dividida com aqueles que estiverem sintonizados com suas frequências.

Novas cenas misteriosas vieram à minha mente; cenas não assimiláveis, conhecimentos que não podem pender do seu cérebro consciente e passa por ele velozes, logo se aninhando em algum confortável lugar do mundo inconsciente.

O Louco, página 172

Abaixo algumas lições da Sacerdotisa que atraíram minha atenção:

caminho_do_louco_sacerdotisaAs forças do acaso e da coincidência são poderosas, mas não tão poderosas quanto as forças da sincronicidade e do caos. E o que chamamos de caos nada mais é que uma ordem tão complexa que ainda não a entendemos. Mas é uma ordem. Caos é ordem.

Página 176

[…]

O sábio compreende não apenas suas origens, mas também entende como relacionar esses conhecimentos com outros. Uma memória enciclopédica de nada vale se você não consegue relacionar. A inteligência e o conhecimento vêm do cruzamento de informações, não do acúmulo de dados. […] Veja como todos vivem hoje: informação, qualquer informação, ao alcance do clique de um mouse, mas a maioria não sabe o que fazer com isso. Acham que a informação deve ser decorada, guardada, armazenada. Não. A informação deve ser cruzada, relacionada com outros dados, compreendida. Nesse sentido, os hackers são os menires da Internet, por exemplo. Cravam agulhas de invasão em pontos nodais de dados presos e estagnados.

Páginas 181 e 182

Apesar de lidar com magia, esoterismo e misticismo, é notável o quão sóbria é a trama contada por Alex, que não apela para ações exageradas, inverossímeis ou pirotécnicas. Os membros do Tarot têm um jeito discreto de usar suas habilidades, empregando-as apenas o suficiente para distorcerem levemente as leis naturais a favor de suas ações. Um bom exemplo disto é durante o encontro do Louco com a Imperatriz, quando ela usa seus poderes para lidar com alguns intrusos. É menos sobre como o ambiente é fisicamente afetado, e mais sobre o quanto a “atmosfera psíquica” é abalada pela manifestação de seus poderes. Isto é algo que merece elogios.

Apesar de ser o encontro mais curto que André tem com um dos arcanos, Natacha Lalique, a Imperatriz, também tem passagens inspiradas, como esta:

caminho_do_louco_imperatriz 2Dinheiro é um objeto. Uma ferramenta. É triste que se mate por ele, que se tenha matado por ele ao longo da história. […] O que deveríamos fazer é achar novas soluções para a pobreza e para a qualidade de vida. Nem tudo deveria passar por ter ou não dinheiro. […] Revoluções com morte nunca trouxeram nada de bom. Morte salga a terra, atrai mais morte e mais tristeza. Gera um ciclo sem fim de desgosto e rancor, motivando mais e mais vingança e, então, novas revoluções pendendo para o outro lado.

Página 202

Alex tem um dom invejável de tornar a trama mais intrigante a cada capítulo. Um ótimo exemplo disto é Ciaran, detetive da Scotland Yard que “esbarra” em pistas apontando para algumas atividades do Tarot ao redor do mundo. A escolha é acertadíssima, pois, ao contrário de André, que está passando por uma iniciação no grupo internacional, Ciaran é um “homem comum” (até sua aparência é mundana) que começa a envolver-se com uma trama de escala planetária, cuja amplitude ele sequer desconfia. Assim, temos dois pontos de vista contrastantes e complementares dos eventos narrados, que ganham um aspecto mais crível e realista, sem abrir mão de sua natureza fantástica e fascinante.

Portanto, paralelo à jornada de André, há duas subtramas que parecem convergir: a investigação de Ciaran; e o misterioso manuscrito que choca todos que o leem, ao mesmo tempo que as torna alvos dos temíveis Escravos, soldados dos principais adversários do Tarot. Verdade seja dita, neste primeiro livro os manuscritos são o MacGuffin que move parte das subtramas, pois seu conteúdo não é revelado, sendo um dos mistérios guardados por Alex para os próximos livros. O importante é que tudo isto deu mais urgência à narrativa.

Antes de falar do último arcano que Alex conhece, preciso fazer uns comentários sobre os Escravos. Pense neles como correspondentes aos agentes de Matrix, mas agindo como serial killers de slasher films. Além de amedrontarem diversos personagens desde o início do livro, um deles é o responsável por um dos momentos mais tensos de toda a obra. O capítulo em que ele promove seu ataque contra um dos membros do Tarot num trem do metrô de Paris é quase um conto de terror, que mostra quão poderosos são os Escravos, e quanto estrago e pânico apenas um deles pode gerar num ambiente fechado, claustrofóbico e escuro. Numa palavra: apavorante.

Não contente em escrever um “conto” de terror no capítulo 19, Alex fez no seguinte duas sequências de ação que se alternam de maneira tão frenética que é quase uma aula de decupagem, de tão cinética e cinematográfica que é. Nelas, Alex parece ter “incorporado” Neal Stephenson em sua maneira de descrever ações, sensações e informações numa interação quase simbiótica.

Mas, enquanto o negócio tá tenso para alguns integrantes do Tarot, Alex tem seu encontro com o milionário Patrick Mann, o Imperador.

caminho_do_louco_imperadorNão é à toa que os governos se empenham tanto em deixar todos com medo. Medo do terrorismo, medo dos serial killers, medo dos assaltantes, medo dos negros, medo dos árabes, medo dos americanos, medo de tudo. Somos uma espécie de cagões […]

Página 251

[…]

[…] o radical de um século é o reacionário do século seguinte. Para salvagens perseguidos por mamutes, líderes e xamãs eram inovadores, necessários, radicais. Para o pobre medieval, assolado por invasões, massacres e estupros em série, a proteção do rei era algo radical, até mesmo inovador. Foram as cabeças desses mesmos reis que penderam da invenção de Guillotin, anos depois, quando os burgueses e comerciantes se tornaram a inovação. Para os marxistas do século 19, contudo, tais burgueses revolucionários e antimonarquistas nada mais eram que vampiros da mais valia alheia, mantenedores de um status quo injusto. E veja onde levaram os governos implantados por supostos comunistas: mais e mais massacres, restrição da liberdade individual. […]

Página 252

Não entrarei nos detalhes da conversa entre o Louco e o Imperador. Direi apenas que o Mal venceu no mundo das Guerras do Tarot. Ele é controlado por escravocratas, mestres da repressão, sob as vestes de presidentes, reis, militares, ditadores, cientistas, cardeais, e até artistas.

Pode até parecer que eu revelei muito da trama, mas acredite quando digo que tudo o que expus acima não é nem 10% do que encontrará no livro. O escopo da história concebida por Alex é tão amplo, que um leitor desatendo pode se perder em sua vastidão. Não por falta de talento do autor para organizar as informações, mas pela quantia de conceitos apresentados, que demandam momentos de reflexão. Alguns deles são fascinantes o bastante pra desejarmos ir além da superfície. Creio que este era um dos objetivos de Alex com suas Guerras do Tarot: estimular seus leitores a expandirem suas consciências.

Antes de encerrar, preciso dizer que o clímax de O Caminho do Louco está entre as melhores sequências de ação narradas numa obra literária que eu já li. Ela parece o rebento de uma noite de sexo selvagem entre Velozes e Furiosos e Mad Max. Como se a ação em si não empolgasse o suficiente, ela é narrada do ponto de vista de três personagens, entre eles um corvo (!) que sobrevoa o palco de um dos trechos mais sensacionais do livro.

Resumindo: se você é o tipo de leitor que gosta de obras que ao mesmo tempo entretêm e te fazem pensar sobre a SUA vida e o NOSSO mundo, O Caminho do Louco é uma das melhores desta categoria lançadas em 2016. Se neste primeiro livro Alex Mandarino foi capaz de criar algo tão único, mal posso esperar pra ler os seguintes. Definitivamente é um autor que você precisa conhecer, caso queira pensar fora da caixa e ampliar seus horizontes.


nota-5


o caminho do louco alex mandarino avec editora capaAVEC Editora

Brochura

23 x 16 cm

296 páginas

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