[LIVRO] Mais Forte Que a Morte, de Zoë Klein (resenha)


Essa não é uma história sobre intolerância religiosa.

Zoë Klein nos fala de amor nas páginas do seu livro, mas também não é um amor qualquer, nenhum deles o é.
Cada um tem sua vestimenta e toca quem ouve de maneira diferente.

Eu gosto de livros com contexto histórico. Mesmo que a fantasia reine, gosto de saber que buscando um fundo de verdade, vou achar uma ou outra referência. Mais Forte Que a Morte me levou ao Oriente Médio acompanhando a conceituada arqueóloga cristã norte-americana Page Brookstone. Page larga um trabalho oficial em Israel para atender o pedido de ajuda de um casal árabe que é atormentado por constantes visões de um casal em cenas eróticas.
Embora pareça um livro que puxe a sardinha a um ou outro ponto de vista a cerca de judeus e árabes, ao devorar as páginas fui percebendo que não se tratava de religião e sim de pessoas. Esse livro não é sobre uma arqueóloga americana, um casal árabe e solo judeu.

Não! Esse livro é sobre uma mulher que se dispõe a ajudar pessoas que não tem a quem recorrer, que estão apavoradas com fantasmas e essa mulher, encarando seus próprios fantasmas e preconceitos alheios tenta ajudar.

Page descobre na casa do casal um diário muito antigo, supostamente os relatos de uma paixão proibida entre o Profeta Jeremias e sua seguidora Anatya e transforma  a casa num sítio arqueológico, descobrindo também o cadáver de uma mulher e que talvez O Pergaminho de Anatya seja real.

Com a ajuda de alguns estudantes de personalidades bem… é… distintas… a arqueóloga contraria a sociedade, choca, quebra tabus e encontra um amor tão forte e proibido quanto o da jovem Anatya por seu amado profeta.


Geração Editorial

Brochura

400 páginas

22,4 x 15,4 x 2,2 cm

Disponível nas seguintes livrarias:

Amazon

Saraiva

Submarino

Deixe uma resposta