[CURIOSIDADES] O que Você não Sabe do Tempo

Você pode não vê-lo, mas pode medi-lo. Mas quão bem você o conhece?

Segue abaixo alguns fatos relativos ao Tempo:

A União Soviética tentou implementar uma semana de cinco dias

Em um esforço para melhorar a produção, facilitar o crescimento econômico e diminuir o impacto da religião, a União Soviética, na figura de Joseph Stalin, tentou instituir uma semana de cinco dias, no começo do século 20. De 1929 até 1931, Stalin introduziu uma estrutura onde os trabalhadores aderiam a mudanças que asseguravam que a produção regular estava ocorrendo ininterruptamente. Em outras palavras, as pessoas trocavam de turnos, de maneira que a produção ocorria em 24h/dia.

Mas não funcionou. A vida social foi destruída na União Soviética, as famílias já não conseguiam se reunir, e a medida acabou também causando a alienação dos trabalhadores, já que cada um vivia em um horário diferente do dia. Nem é preciso dizer que não durou muito.

Nós recentemente tivemos um segundo ‘extra’

O tempo é uma invenção nossa, isso todos sabem. Mas o tempo que leva para a Terra completar seu processo de rotação não é de exatamente 24 horas. Por isso, de tempos em tempos, é preciso acrescentar um segundo em nosso horário. Foi isso que fez o Serviço Internacional de Rotação da Terra, o órgão que regulamenta o tempo astronômico, em junho de 2015. E isso deve continuar acontecendo nos próximos anos, ainda que talvez ninguém perceba.

Somos consideravelmente novos por aqui

O planeta em que vivemos e o nosso sistema solar existem há muito mais tempo que nós, e isso não é novidade para ninguém. Mas a verdade é que somos extremamente novos no cenário universal. Os 200 mil anos de existência do ser humano, com a forma que conhecemos, são praticamente uma gota em um balde d’água perto dos 13,8 bilhões de anos que os cientistas estimam que o universo exista.

A cultura pode afetar nossa percepção do tempo

Mesmo com as diferenças de fusos horários, em todo o mundo nós conhecemos o mesmo padrão de contagem do tempo. Nossos dias possuem 24 horas, que possuem 60 minutos, e etc. No entanto, a maneira como percebemos o tempo pode ser diferente dependendo de nossa cultura. Estudos científicos mostram que a maioria dos estadunidenses interpretam o tempo com um acréscimo de cinco minutos. Já as pessoas no Oriente Médio, interpretam o tempo com 15 minutos de diferença. Esse fenômeno cultural foi testado pelo psicólogo Lawrence White, que pediu para que dois grupos diferentes de pessoas analisassem um diagrama por exatamente 47 segundos, e então estimar quanto tempo eles achavam que havia se passado. Os estadunidenses tinham uma tendência a acrescentar cinco segundos ao tempo real transcorrido, enquanto os estonianos e marroquinos normalmente acrescentavam 15 segundos.

O tempo nem sempre existiu

De acordo com a teoria de relatividade, o tempo e espaço só foram criados a partir do Big Bang, cerca de 13,8 bilhões de anos atrás. Antes disso, essas duas constantes não existiam, e a matéria estava completamente compactada.

O tempo está ficando mais devagar

De acordo com estimativas, quando os dinossauros ainda rondavam a Terra, um ano (marcado pela rotação da Terra) possuía 370 dias. A rotação do nosso planeta está ficando mais lenta, e como resultado disso, os dias estão ficando 1,7 milissegundos mais longos a cada século.

O tempo é a 4ª dimensão

Embora a Ciência não goze de decisões fixas – o que faz dela efetivamente ser ciência e não credo – , o tempo é considerado a quarta dimensão: se largura, altura e profundidade são utilizadas para estabelecer a posição no sentido de espaço de um objeto, a quarta dimensão é necessária para estabelecer a sua posição no sentido temporal. Considerando, portanto, o tempo, você pode ser capaz de indicar a posição de um objeto no espaço, no sentido absoluto.

Vemos apenas o passado

Pode parecer estranho, mas somos capazes de ver apenas o passado, não o presente. A luz emitida pelos objetos leva tempo, bem pouco tempo, para alcançar nossos olhos. Isso significa que vemos objetos diante de nós exatamente como eram há poucos milissegundos atrás. Mas, por exemplo, só podemos ver o Sol como ele estava há 8 minutos atrás. E as estrelas, como elas eram há milhares, ou milhões, de anos atrás.

O dia no Terra está diminuindo

Embora seja uma desaceleração imperceptível, os cientistas descobriram que o dia da Terra está, de fato, diminuindo. Por causa do atrito que é formado na rotação, cada ano duraria 1,7 milissegundos menos do que o ano anterior, como resultado, todos os anos que vivemos são um pouco mais curtos do que os anteriores. No entanto, a diferença é tão baixa que apenas ferramentas específicas são capazes de perceber. Então para você que vive dizendo “pare o mundo que eu quero descer”, espere só mais um pouco. Em breve poderemos saltar.

O tempo acabará

Da mesma forma que cientistas especulam que o tempo iniciou-se, ele se extinguirá. De acordo com a teoria mais aceita, isso deve acontecer em cerca de quatro bilhões de anos, em decorrência de uma catástrofe que vai levar ao desaparecimento de todo o Universo, e no final, do tempo. Entretanto, podemos ter certeza: o homem será extinto muito antes e não haverá testemunhas humanas do famigerado fim dos tempos.

Partículas viajam através do tempo

Segundos estudos modernos existem partículas capazes de viajar para o passado e para o futuro, atravessando a barreira do tempo. São viagens que ocorrem apenas no nível subatômico e ainda não se compreende como isso afeta a nossa existência. No entanto, o fato de haver algo que tenha a possibilidade de viajar no tempo pode significar algo formidável: que o futuro pode, mesmo que apenas um pouco, influenciar no passado.

O presente não existe

De acordo com os físicos modernos, falar sobre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão. Quando falamos sobre isso, na verdade, nos referimos ao “agora”, mas isso exigiria ser imerso em algo que não se move, como água esquecida em um balde. Em vez disso, o tempo é fluido como um rio. Logo, faz pouco sentido nos referirmos às situações e eventos como “no presente”, já que, o que vemos já aconteceu. Mesmo que haja um tempo minúsculo e imperceptível. Portanto, não existe presente, existe passado e futuro: tudo ou já aconteceu ou ainda acontecerá.

A cada dois minutos, tiramos a mesma quantidade de fotos que toda a humanidade tirou durante os anos de 1800.

Claro que as estimativas não são exatas (são estimativas, oras), mas pesquisadores usaram algorítimos de redes sociais (sobretudo o Facebook) para ter em mãos a constatação de que o ser humano tira, a cada dois minutos, mais fotos que toda a humanidade tirou no ano de 1800, quando ainda a fotografia era algo raríssimo.

Na Idade Média, um “momento” era uma medida equivalente a um minuto e meio.

Hoje em dia a palavra “Momento” é usada para determinar uma passagem de tempo breve, mas indefinida. Nosso conceito de momento é quase poético atualmente. Mas na idade Média, Momento era uma unidade de medida que contava um minuto e meio ( 90 segundos). Se você é músico, talvez já soubesse disso.


Fontes desse brainswash todo: 

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