[CONSPIRAÇÃO] Mortes Misteriosas na História do Brasil

Ontem, por volta de 13 horas e 30 minutos da tarde, em Paraty, no Estado do Rio de Janeiro, o avião em que estava o Magistrado Teori Zavascki caiu.

O avião em que Zavascki viajava, do modelo Hawker Beechcraft King Air C90, pertencia ao grupo Emiliano Empreendimentos. A aeronave de pequeno porte tinha capacidade para oito pessoas.

Segundo a Infraero, a aeronave decolou às 13h01 do Campo de Marte, em São Paulo, com destino a Paraty, e caiu próximo à Ilha Rasa, a 2 km de distância da cabeceira da pista do aeroporto da cidade fluminense, por volta das 13h45. Chovia bastante no momento do queda, segundo imagens de radar.

Prevendo o Óbvio? nahhh… coincidência.

Não é como se todos não soubessem, mas vale lembrar que Teori foi indicado ao STF em 2012 e, atualmente era o relator da CPI da Lava Jato. O Ministro havia suspendido as férias para resolver o caso que tinha em mãos e estava prestes a homologar os 77 depoimentos de delação premiada de executivos da empreiteira Odebrecht que chegaram, em dezembro do ano passado, ao tribunal. O ministro tinha autorizado para a semana que vem as oitivas de confirmação dos depoimentos dos delatores.

Em palavras curtas e retas, Teori Zavascki estava prestes a levar muita gente para o abismo; Esquerda, direita, coxinhas, mortadelas, pizzas, rizzoles e toda espécie exótica de políticos brasileiros. Realmente curioso que seu avião ( que não tinha caixa preta, diga-se de passagem) tenha caído antes que o Magistrado pudesse cumprir sua missão.

A internet, como qualquer um de nós sabe e/ou pode imaginar, está repleta de teorias conspiratórias acerca do que aconteceu.
De minha parte, prefiro apenas dizer que estou estupefata em saber que há fortes indícios físicos de que o solo brasileiro possui um campo gravitacional mais poderoso que o dos outros cantos da terra, fazendo com que, em momentos curiosamente convenientes, aviões caiam e pessoas que deveriam ser ouvidas, se calem.

E como Teori não foi o primeiro (e nem será o último), vale lembrar outras dessas mortes que venceram as barreiras da curiosidade.

EDUARDO CAMPOS: 

Oficialmente confirmada como pré-candidata à reeleição, Dilma Rousseff teve inicialmente entre seus principais adversários Eduardo Campos e o senador do PSDB por Minas Gerais, Aécio Neves.

Aécio Neves depois confirmou a sua candidatura pelo PSDB, tendo como vice o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP).

Marina Silva ( foto/divulgação. 2014)

Em outubro de 2013, o então governador Eduardo Campos anunciou a aliança programática com a Rede Sustentabilidade, liderada por Marina Silva, cujo pedido de registro do novo partido havia sido negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A aliança foi formalizada em 4 de fevereiro de 2014, no evento que lançou as bases para elaboração do programa de governo do PSB-Rede. Na mesma data, o Partido Popular Socialista (PPS), através do deputado federal Roberto Freire, formalizou a entrada do partido na aliança.

Eduardo Campos anunciou, em 14 de abril de 2014, em um evento realizado em Brasília, a pré-candidatura à Presidência do Brasil, tendo como vice a líder da Rede Sustentabilidade, Marina Silva. Após a morte de Eduardo Campos, Marina Silva assumiu a candidatura à presidência em seu lugar e Beto Albuquerque foi apontado como seu vice.

Em 13 de agosto de 2014, o então candidato à presidência da República embarcou em um avião modelo Cessna Citation 560XLS+ de prefixo PR-AFA, cujo primeiro voo havia se realizado em 2011. O avião saiu do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, por volta das 9h, com destino ao município de Guarujá, para cumprir agenda de campanha.

Por volta das 10h, o avião caiu sobre uma área residencial do bairro do Boqueirão, no município de Santos, Estado de São Paulo, sem deixar sobreviventes.

Eduardo Campos poderia, caso fosse eleito, ter trazido à tona muito mais coisas ainda do que estamos vendo ( com referência a esquemas de corrupção e etc).

Acidente?

Claro que foi acidente, queridinhos…

ULYSSES GUIMARÃES

Na noite do dia 12 de outubro de 1992, uma segunda-feira, o presidente Itamar Franco foi avisado pelo ex-ministro Renato Archer que o helicóptero em que viajavam o deputado federal Ulysses Guimarães (PMDB-SP) e o ex-senador Severo Gomes, com suas mulheres, havia desaparecido num voo entre Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense, e São Paulo. A aeronave havia decolado às 15h20m, de Angra, devendo chegar à capital paulista em 45 minutos. Minutos depois da decolagem, a aeronave desapareceu. Conforme reportagem publicada pelo GLOBO no dia 13, em sua terceira edição, circularam informações de que o piloto teria avisado aos passageiros que, se as condições do tempo não fossem boas, poderia aterrissar em algum lugar do litoral.
Mas o helicóptero não fez qualquer contato de rádio. E em São Paulo, o filho de Ulysses e dona Mora, Tito Henrique, confirmava que não havia qualquer comunicação com a aeronave e que só poderia saber o que aconteceu quando as buscas começassem. A partir da manhã do dia seguinte ao acidente aéreo, o país viveu o drama do resgate dos corpos, achados somente a partir da tarde. Todos os corpos, menos o de Ulysses, foram encontrados: os de dona Mora, Severo, sua mulher Maria Henriqueta e do piloto Jorge Comemorato, este em uma praia a 20 quilômetros de Paraty. E o Brasil começava a se despedir do “Senhor Diretas”.

Acidente? Claro, criatura!

Engraçado como Ulysses andava incomodando muita gente. Acabou TAMBÉM caindo em Paraty. Talvez devêssemos repensar o sudeste como  novo Triângulo das Bermudas.

CASTELO BRANCO

Falar sobre Castelo Branco dentro dessa ideia de conspiração chega a ser uma atitude cretina, levando-se em conta que ele foi “Presidente” do Brasil instituído por ser um dos nomes da Ditadura Militar iniciada com a revolução de 64.

Embarca aí. A Viagem vai ser IRADA!

Não há muito o que se falar, porque nesse caso a queima de arquivo foi levada a sério. Literalmente, a morte dele foi anunciada como se fosse um anúncio da alta do dólar e… nada mais. Tudo o que sabemos é que também foi culpa da gravidade maligna brasileira.

Castelo Branco morreu, logo após deixar o poder, em um acidente aéreo (mal explicado pelos inquéritos militares) ocorrido em 18 de julho de 1967: um avião Lockheed T-33 da Força Aérea Brasileira teria atingido a cauda do avião Piper PA-23 Aztec no qual Castelo Branco viajava, o que fez com que o Piper caísse. O corpo do Marechal Castelo Branco foi sepultado no cemitério São João Batista na cidade do Rio de Janeiro.

Não vou citar os casos Celso Daniel, entre outros, por não fazerem parte dos problemas gravitacionais do solo da Nossa Pátria Amada.

Até a próxima… e cuidado com possíveis QUEDAS.