[LIVRO] Segredos bombásticos de Rogue One são revelados em guia visual!

Você, fã fervoroso de Star Wars, achava que já conhecia todos segredos do universo, mesmo depois da reformulação canônica da Disney? Então, pense de novo! O guia visual de Rogue One, recém-lançado nos Estados Unidos, inclui uma tonelada de revelações fantásticas!

ATENÇÃO: COMO O TÍTULO JÁ SUGERE, CONTÉM SPOILERS DE ROGUE ONE!

Escrito pelo executivo e mestre do cânone da LucasFilm, Pablo Hidalgo, Rogue One: The Ultimate Visual Guide apresenta muitíssimos fatos desconhecidos dessa galáxia tão, tão distante – alguns legais, surpreendentes e outros completamente confusos.

O site io9 preparou uma listagem muito interessante dessas novidades e nós, com muito prazer, reproduzimos abaixo:

Nota do redator: outro romance da prequela, Catalyst de James Luceno, ainda não tem tradução brasileira, mas também vem recheado de segredos! Fique ligado!

Cassian Andor era um agente Fulcrum

Star Wars Rebels introduziu pela primeira vez a expressão “Fulcrum” como sendo o codinome da ex-Jedi e agente-secreto da Rebelião, Ahsoka Tano. Mas “Fulcrum” é muito mais do que apenas uma alcunha de Ahsoka. Trata-se de uma posição uma patente militar, e verifica-se que o oficial rebelde Cassian Andor de Rogue One também serviu neste papel. O guia se refere a um dos alias (endereço de e-mail que tem a finalidade de redirecionar mensagens) de Cassian como “Fulcrum”, e ao próprio capitão como um “agente de recrutamento no setor Albarrio”. Dado seu vínculo com a Inteligência Rebelde, naturalmente Cassian adotaria o nome para trazer mais agentes para a rede operacional da Aliança.

Há mais para a Aliança Rebelde do que apenas luta.

Apesar de serem liderados por senadores, os filmes de Star Wars pouco fazem para mostrar que a Aliança Rebelde é mais do que uma facção militar. No entanto, verifica-se que a hierarquia da Aliança tem dois ramos separados: o Alto Comando, a ala militar de células rebeldes interconectadas e o Governo Civil, liderado pelo Chefe de Estado Mon Mothma e governado por um gabinete de seis ministros, ex-membros do dissolvido Senado Imperial.

Além de Mon Mothma e Bail Organa, encontramos alguns desses ministros em Rogue One. Há o Senador Nower Jebel de Uyter, o Ministro das Finanças; o Senador Vasp Vaspar do setor de Taldot, Ministro da Indústria; e o Senador Tynnra Pamlo de Taris (um planeta familiar aos fãs da amada série de videogames Star Wars: Knights of the Old Republic), o Ministro da Educação. O guia não especifica o sexto ministro faltante.

Por que você não vê U-Wings depois de Rogue One?

Uma das coisas complicadas em prequelas é a introdução de novos elementos que, convenientemente, desaparecem nos episódios que as sucedem – e enquanto o Império tem a desculpa oportuna de ter explodido seus Shoretroopers e seus TIE Strikers em Scarif com o tiro da Estrela da Morte, os Rebeldes precisam de uma explicação um pouco mais detalhada para responder a você por que você não encontra U-Wings voando durante os filmes da trilogia original.

Bom, em primeiro lugar, não havia muitos deles. Desenhado pela Incom, o mesmo fabricante de naves que criou o X-Wing, como um potente caça-estelar da Marinha Imperial, o U-Wing foi o último a ser lançado e ser incorporado pelo Império. Teve produção limitada. Bail Organa conseguiu “agarrar” alguns, e doou-os para a Aliança Rebelde como um punhado de naves de apoio extra. O que vemos em Rogue One são provavelmente todas as U-Wings que a Rebelião possuía.

Mais Religiões da Força

Enquanto “O Despertar da Força” introduziu a Igreja da Força – uma organização religiosa que, embora fosse formada por pessoas que não eram necessariamente sensíveis à força, seguia os ensinamentos deixados pela Ordem Jedi – nota-se que há ainda mais religiões baseadas na Força nos arredores de Jedha. Ainda que que o império franzisse a testa sobre tal espiritualidade.

Ao lado dos Guardiões dos Whills aos quais Chirrut e Baze estão associados, o guia menciona vários grupos religiosos que veem Jedha como um lugar sagrado. Há os Discípulos dos Whills (que são presumivelmente protegidos pelos Guardiões), a fé mais antiga em Jedha; A Irmandade do Semblante Beatífico, uma ordem de monges silenciosos e ocultos; e o Clã do Toribota, menos de uma organização religiosa, mas que acredita Jedha é espiritualmente significativo e professa que a estrela do planeta foi a primeira a ser vista por seus antepassados.

A Frota Mon Calamari compõe partes das cidades desse povo.

Não sabemos muito sobre como a ocupação imperial levou à deserções em massa de Mon Calamari que se aliaram à Marinha da Aliança. Mas o guia visual de Rogue One oferece uma intrigante sugestão sobre como essa raça aquática proporcionou uma considerável quantidade de navios para a Aliança, e de forma tão rápida. As frotas de Mon Calamari eram, na verdade, partes de cidades Mon Calamari!

Esperando pelo pior, ao observar a ascensão do Império, várias cidades Mon Calamari abrigadas no espaço profundo, com efeito se converteram em transportes contendo milhares de refugiados. Escondidos, os povos Mon Calamari reformaram seus transportes-edifícios em naus capitânias armadas, e aderiram a Aliança para formar grande parte da frota. Fato engraçado: o navio do almirante Raddus, em Rogue One, chamado de Profundity, era originalmente a torre de governo civil da cidade Calamari nortenha Nystullum, e Raddus era o prefeito antes de se unir à Aliança Rebelde. Isso explica porque o porta-estandarte do Almirante Ackbar era chamado de “Home One”, não é?

A maneira insana com a qual o império manteve o segredo de construção da estrela da morte.

Desde que “O Ataque dos Clones” veio com a informação gritante de que os Separatistas foram os que originaram os planos da Estrela da Morte, os fãs se perguntavam como a estação marcial passou da ideia geonosiana às joias da coroa imperial. Acontece que isso envolve uma série de erros e de pessoas mortas.

Quando os Geonosianos começaram o projeto de construção de uma super arma separatista alimentada por cristais Kyber, isso foi em grande parte mantido em segredo. No entanto, durante as Guerras Clônicas, o governante geonosiano Poggle, o Menor, foi capturado por Anakin Skywalker…

Depois que as Guerras Clônicas chegaram ao fim e o Império ascendeu, Wilhuff Tarkin conheceu a ideia da arma e se apaixonou por ela, e falou dela para Palpatine (que, é claro, acabou tomando para si os planos originais dos Geonosianos graças ao seu alter ego, Darth Sidious). Então, no planeta Geonosis, com a colaboração do governo e mão-de-obra geonosiana, a Estrela da Morte foi concebida.

Com a estrutura pronta, o único problema restante era como refinar a fonte de energia que deveria abastecer o super laser instalado. Para manter a arma secreta enquanto trabalhava nesse enigma, o Império esterilizou em totalidade Geonosis, eliminando a sua população de bilhões (um fato já sugerido em Star Wars Rebels e na HQ da Marvel, Darth Vader).

Como os Death Troopers ganharam este nome.

Rogue One orgulha-se de oferecer uma visão mais escura sobre a galáxia distante, muito distante, e um mundo mais realista e instável no qual a linha que se separa o herói rebelde de um pavoroso terrorista é bastante tênue, além de turva. Essa concepção mais escura também está presente no guia visual, o que leva a momentos em que a definição de cenário se torna um tanto confusa. Dois momentos em que essas coisas acontecem?

O primeiro é que os Troopers da Morte ganharam este sinistro nome através de um projeto da divisão de Pesquisa de Armas Avançadas (liderada por Krennic), supostamente concebido para reviver carne necrótica e colocá-la em marcha pelo Império (zumbis espaciais!).

Os ciborgues mais esquisitos da galáxia.

O segundo: o guia também menciona ciborgues conhecidos como “Decraniados”. Eles foram criados a partir de pessoas que haviam se ferido gravemente e que passaram por um processo cirúrgico de remoção de parte do crânio e, consequentemente, de suas individualidades.

São muitas informações, sabemos. Mas esperamos que tenha gostado! 😉

Um abraço! E que a força esteja com você!


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