[CINEMA] NOÉ (NOAH), resenha

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Se tem uma coisa que eu genuinamente tenho atração são ruivas de olhos verdes. Uma outra coisa são releituras. Em especial se o material original for absolutamente fraco eu considero uma demonstração de talento e criatividade a arte de tirar “água de pedra”.

Não por acaso uma das minhas HQs favoritas é a “A Última Caçada de Kraven”, do Homem-Aranha. Kraven é um vilão de terceira relevância do Homem-Aranha que usualmente só aparecia nos quadrinhos como bucha-de-canhão pra alivio cômico por meia dúzia de paginas até que em 1987 o roteirista J. M. Dematteis resolveu pegar esse manezão paga-lanche e fazer uma história foda pra caralho com ele extrapolando suas qualidades e defeitos. O resultado é simplesmente épico.

Por isso, sim, releituras são estilosas sobretudo quando a fonte original é repleta de potencial mas ao mesmo tempo é fraca e mal explorada. E se você imaginar cenários de fantasia mal explorados não temos como eventualmente deixarmos de chegar a Bíblia.

Mas não se preocupe, eu não vou ficar aqui chutando cachorro morto e dizer que se você tem capacidade mental de amarrar os próprios sapatos devia questionar a Bíblia e todo esse blablabla típico de ateu satanista. Até porque esse cara já fez isso muito melhor do que eu e você deveria assistir esse vídeo para que possamos matar logo o assunto.

Agora que todos já podemos respirar aliviados por termos colocado para nossa revolta aborrescente para fora e podermos protestar sobre o quanto somos únicos, originais e criativos ao criticar a Bíblia (mesmo que você, sim você mesmo, se cague perna abaixo de imaginar um mundo sem as regras criadas por esse livro que você adora falar mal), podemos nos concentrar no filme.

Para facilitar o seu lazer, dividirem a analise do filme em 4 atos distintos.

Índice

ATO I – Mad Max biblíco. Espera, o que?

Como eu disse no principio, Noé faz algumas releituras interessantes como por exemplo o fato de que o filme não se passa na Terra. Não é dito claramente em nenhum momento, mas o diretor brinca com essa possibilidade devido ao fato que durante as poucas cenas abertas noturnas você pode perceber que as estrelas não são como as nossas (ao menos que alguém possa ver uma nebulosa da janela de casa ao entardecer, neste caso me ligue) e existirem minerais e animais que não existem no nosso mundo. OU então o filme se passa em futuro pós-apocaliptico muito distante, tipo ano 10 mil, sei lá. Em nenhum momento é dito claramente e isso é um ponto muito elegante da narrativa.

Seja como for o mundo está fodido. Não existem mais florestas, os lagos são bolsões radioativos e os recursos naturais foram extraídos até fazer schuuuuuurp e extraídos mais depois disso. Neste mundo, não surpreendentemente repleto de mutantes e degenerados, o homem é o lobo do homem. Literalmente, até porque eles devem ter comido os lobos que acharam no caminho. Ou seja, a humanidade que é mau que nem pica-pau – porque é descendente de Caim, aqueeeeeeeeeele Caim – fodanchou tudo geral.

SAIBA MAIS:Noah: a graphic novel que deu origem ao filme de Darren Aronofsky

Neste mundo desesperançado e de poucos recursos APENAS UM HOMEM, como gostam de dizer os narradores de trailers, pode fazer a diferença e este homem é Noé um dos últimos descendentes da linhagem de Set – o irmão menos famoso de Abel e Caim e que pelo visto não gostava de fornicar tanto quanto seu irmão mais velho psicopata.

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Noé esta justamente se tornando um homem (na frente de todo mundo, ui!) e recebendo a pele da serpente do Eden, sim aqueeeeeeeela serpente daqueeeeeele Eden, quando o processo é interrompido por um usurpador descendente de Caim e que partindo do pressuposto de que só pode haver um decide transformar Noé em órfão apenas porque ele podia. E depois vai embora.

Ora, se deu certo com o Batman, porque não aqui né?

Seja como for anos se passam e Noé digivolve para Russelcrowemon e alem de ter embuchado a Jenifer Conely três vezes se tornou famoso por sua completa sociopatia aliada a treinamento militar de alto nível. Eu não sei como o Noé aprendeu a matar homens com a facilidade de um general romano (hm, pensando bem acho que sei sim) ou porque ele acha mais importante a vida de um cervo mutante esquisitão do que pessoas alimentem suas famílias (sim, ele mata três caras porque ele não gostou da “atitude” deles de caçar um cervo mutante).

Ou seja, já dá pra ver que Noé é um babaca (ta explicado como ele pegou uma gata como a Jen, mulheres não resistem a um desgraçado) que odeia seres humanos apenas pelo fato que eles existem. E sabe quem mais pensa assim? DEUS!

Deus, que é um vilão doentio, passional e sem o menor pingo de lógica – ou seja, seria extremamente carismático no cinema – decidiu que queria dar um reboot no Mundo.exemas como ele era preguiçoso demais pra fazer um backup dos animais pediu para o cara mais sociopata e odiador da raça humana que ele pode encontrar para fazer o serviço por ele.

No melhor momento “se você construir eles virão” Noé tem uma série de sonhos completamente cheirados e decide que Deus falou com ele e que ele é o Neo. Realmente não sei da onde ele tirou isso, pareceu meio aleatório na verdade como se cada vez que eu sonhasse com a Mila Kunis eu interpretasse como um sinal de Afrodite para que eu me torne o redentor das mulheres no mundo. Mas Noé sempre foi um cara estranho mesmo.

Normalmente a história acabaria por aqui, já que Noé não tinha recursos, mão de obra ou conhecimento para construir a tal da arca. Felizmente para ele os gigantes deformados não sabiam disso (aqui os anjos caídos do paraíso o fizeram pra ajudar a humanidade depois que foram despejados e acabaram como gigantes corcundas de pedra asquerosos) e eles junto com Hannibal Lecter providenciam todos os Deus Ex-Machina necessários para a história continuar.

ATO II – Como no velho livro

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A segunda parte do filme, a construção da arca, é de todas a mais fiel aos conceitos da biblia e portanto a que mais sofre com furos de lógica tão hediondos que você não tem como evitar cair na gargalhada.

Por exemplo em determinada cena o filho do meio de Noé faz as contas e vê que não tem mulher nenhuma pra ele nessa história. E justo quando o irmão dele tá comendo a Emma Watson! Sacanagem pouca é bobagem, né? O piá então pergunta pro gladiador divino como exatamente era o plano de Deus para repovoar a humanidade se no barco só estarão de mulher a mãe deles e uma única femea da espécie para quatro caras. O que Noé responde quando o seu filho demonstra preocupação em não ter com quem molhar o biscoito pro resto da vida?

“Vá falar com o seu irmão!”

Se você entendeu a graça da coisa toda e riu provavelmente você vai para o inferno. Se você não entendeu também vai do mesmo jeito já que a chance de acertar qual a religião certa para salvar sua alma é de uma em dez mil.

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O real problema aqui é que a logistica da coisa é tão irreal e tão forçada que fica realmente constrangedor ver grandes atores como Russel Crowe, Emma Watson e Antony Hopkins numa trama que faz menos sentido que um fanfic de Naruto escrito por um moleque de dez anos. Tá, eu prometi que não ia falar mal da bíblia, mas sério cara… eu posso viver com bruxos voando em vassouras em um esporte que faz tanto sentido que parece que foi organizado pela CBF, eu posso viver com monstros pandimensionais saindo da quinta dimensão de Kibrow no meio do oceano pacífico e se atracando com robos gigantes… mas todos os animais do mundo em uma arca com a única família para repovoar o mundo? Eu entendo o valor simbólico da história e posso sim conviver com isso, mas assistir a coisa encenada literalmente não é simplesmente estúpido, é constrangedor!

Me permita colocar de outra forma: na mitologia nórdica a esposa de Odin, Frigga, amava tanto seu filho Balder que ao saber que uma profecia de sua morte foi feita ela foi a todas as coisas do mundo e fez com que elas jurassem que jamais fariam mal a Balder. TODAS. CADA UMA das formigas, das folhas de arvores, dos leões, das pedras pontiagudas, dos machados, das vespas, e por aí vai. CADA UMA. UMA POR UMA.

E enquanto isso funciona em uma fábula e tem o seu valor narrativo simbolico, outra coisa completamente diferente seria ver uma encenação fisica de Frigga realmente indo de uma em uma a todas as coisas do mundo e fazendo-as jurar que não machucariam seu filho. Isso seria profundamente imbecil.

Nem todas as mídias são universais, existem certas coisas que funcionam em um conto ou uma fabula que simplesmente não foram para serem feitas de modo realistico e esse é o maior problema da fantasia de Noé. É constrangedor ver adultos levando a sério uma fabula infantilóide não importa o quão badass você tente maquia-la.

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Fica mais constrangedor (e engraçado ao mesmo tempo) porque ninguém menciona o grande elefante branco (metaforico, não o que está na arca) de que estão todos embarcando abordo do INCESTOBOAT! Preparem-se para uma grande aventura, porque esta família está prestes a se foder junta! Literalmente!

Eu poderia parar na coisa terrível do incestodromo vindouro (só faltou o cara dar uma cutucada no irmão dele e dizer: “hey mano, quando eu tiver sobrinhas… que sejam gatinhas, heim? Já vai ser foda contar os dias para dar um lepo-lepo com elas, acho que um dez anos tá bom né? ROAAAAAR”) ou da coisa de todos os animais do mundo na arca (sério, eu NEM VOU começar as piadas com a impossibilidade disso). A parte realmente interessante é que a coisa é tão sem propósito e tão absurda que você começa a se questionar algumas coisas.

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ESPERA Aí… a humanidade foi jogada de boca em mundo cruel com regras de sobrevivencia que deixariam Hitler orgulhoso por causa de uma coisa que o seu BETA FECHADO fez. Detalhe: os humanos beta não tinham ciencia do bem e do mal, e logo, do certo e do errado. Eles NÃO TINHAM COMO saber que o que estavam fazendo era realmente errado… porque eles não compreendiam o que era certo ou errado.

Mas tá, aí a humanidade foi jogada no mundo e fez o melhor que pode com os recursos que pode. Claro que houveram exageros negativos, mas também não se pode negar que os seres humanos desenvolveram qualidades positivas profundamente admiráveis mesmo no cenário mais inóspito possível. Eles sobreviveram, eles perseraram e no fundo apenas fizeram o melhor possível com a programação e os recursos que lhes foram dados.

E ainda sim um vilão terrível quer extirpar toda humanidade da face da Terra apenas porque… sei lá, deu vontade. E entenda TODA humanidade, não apenas os Hitlers e Marcos Felicianos da vida: os doentes, os que são vitimas das circunstancias, os que cometem erros mas também acertam (porque são humanos, é o que nós fazemos!), os idosos, os bebês e todos os animais do mundo com exceção dos casais selecionados na arca.

Em qualquer outro tipo de narrativa, quando você tem um tirano que AFOGA GRAVIDAS E FILHOTINHOS APENAS POR MOTIVO NENHUM, a coisa lógica a se acontecer é que a humanidade se una contra esse filho da puta bastardo!

E é então que você percebe a grande saca disso tudo: Noé, o filho da puta pagapau do filha da puta mor – a.k.a. Deus, é na verdade o vilão do filme e a humanidade liderados pelo pançalouca que matou o pai do Noé lá no começo do filme são os verdadeiros heróis!

E quer saber? Foda-se, Deus! Você vai cair, seu fode-tio desgraçado! Você não pode se esconder pra sempre atrás do seu brutamontes general romano! Vem pro PvP seu fodidão!

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ATO III – Mais gente matou o dilúvio.

Antes de começar eu queria dizer que o terceiro ato do filme abre com uma sequencia linda do Noé contando a origem do mundo (na versão criacionista) para seus filhos enquanto é exibido um trailer do mesmo em versão design inteligente. Sério, a cena é bonitassa mesmo e mesmo ateus manezões como o Richard Dawkins tem que reconhecer o valor artistico da coisa.

E é nessa parte que Arofonsky viu a chance de fazer um filme lendário embarcar em um trem e apenas acenou para ela enquanto se afastava sem fazer nada. Literalmente ele sacrificou a perfeição do filme tinha que satisfazer o SEU fetiche. Irônico, não?

Pra quem não sabe, Arofonsky precisa necessariamente fazer pelo menos meia hora aleatória de filme com gente surtando. Sabe o Michael Bay com as explosões ou o Tarantino com referencias aos seus tempos de video-locadora? Pois é, este diretor aqui tem o tesão dele com cenas de gente surtada geral.

Em algum momento (e entenda-se em ALGUM MOMENTO MESMO, de uma hora pra outra e não gradualmente, seu penteado muda e ele tá doidão, tipo super sayajin) Noé surta de vez que ele é o ungido fodido e decide que ele sabe qual é o plano de Deus. O que eu duvido, porque na boa nem Deus faz a mínima idéia de qual é o plano dele, por favor… Mas seja como for Noé pira legalzão e decide que o novo mundo é bom demais para os seres humanos e será reservado apenas a criaturas dignas e elegantes como os Osedax.

Quando uma baleia morre, diversas criaturas ficam até 2 anos comendo seu cadáver. Só depois chega a mais nojenta: um verme cujas larvas se instalam nos ossos, criando filamentos que crescem para dentro. Eles podem viver décadas devorando os ossos, e só as fêmeas são visíveis – os machos são larvas microscópicas que infestam o corpo da própria fêmea.

Pois é, esse tipo de tralha é bom o suficiente para o novo mundo mas os seres humanos (que criaram a Bohemian Rapsody e a luta livre feminina na lama) não são. Então tá, né?

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Seja como for o Noé doidão decide que baixou o HAL 9000 nele e que a humanidade não sairá daquele barco porque todo mundo vai morrer. Eventualmente. Não agora. Um dia.

Sério que eu não inventei isso. Esse é o plano do Noé e NINGUÉM faz nada a respeito. “Nossa, meu marido é um doente mental e quer matar meus filhos e MEU NETO AINDA NO VENTRE… acho que vou dar um sermão nele por causa disso”. Só ficam lamentando seu trágico destino e era isso. Mas calma que piora…

Pra provar de vez como Noé é um zelote malucão muito do mal ele decide que também vai MATAR OS BEBES! OH NÃO! TUDO MENOS OS BEBEEEEEEES! (porque a Emma Watson está gravida, num subplot que levou dois dias ao longo do filme para ser contad, e seus preciosos baibeeeeeee devem morreeeeeeeer!!!!)

Nessa parte eu realmente fiquei confuso, sabe?

Peraí, meio que TODOS OS MILHÕES DE BEBES DO MUNDO acabaram de morrer afogados. Ele já avisou que vai matar todo mundo no final mesmo antes que eles pensem em repovoar o mundo (eventualmente, um dia, não hoje). Sinceramente, que diferença faz um bebê quando TODO E CADA SER VIVO DO PLANETA (incluindo ainda bilhões de bebes de todas as espécies) ESTÁ MORTO? E ele vai matar todo mundo mesmo, que diferença faz?

b774ccdf16090b26bf9525b05cc5dc21935d60cebed4931528f6d6fb72e36569Quando essa é a lógica que segurada todo arco emocional do climax do filme,
você sabe que pode esperar grandes coisas…

Pelo que o filme me dá a entender, nenhuma. Mas como o diretor está muito ocupado se masturbando enquanto faz suas geniais e totalmente artisticas cenas de gente pirando essa porra fica enrolando na tela por mais de meia hora.

Yada-yada-yada, gente pirando em um cenário claustrofóbico, yada-yada-yada, não tudo menos os bebês, yada-yada-yada.NÃO OS BEBÊEEEEEEEEEESSSS!!!!!

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Vamos pular muita coisa e chegar a parte em que Deus muda de idéia por causa dos bebês da Emma Watson e o diluvio acaba. Eu iria dizer que isso é OFENSIVAMENTE tosco e sem sentido mas se você não chegou a essa conclusão até esse ponto é porque não estava prestando atenção mesmo

ATO IV – Epilogo (ou “Bem vindo a Incestoville!”)

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Passado o diluvio os sobreviventes (Noé, a vadia dele, Emma Watson e seus três filhos) começam a construir o novo mundo. Muitas cenas longas e chatas sobre Noé enfrentando a culpa por… por… não tenho bem certeza do porque ele está se sentindo mal já que aparentemente ele não aprendeu nada, mais cenas longas e aleatórias sobre os filhos dele (que tiveram tanto desenvolvimento no filme quanto foram citados nesta resenha, pra você ter uma idéia) e muitas, mas muitas cenas realmente longas sobre a Emma Watson mostrando seu pescoço alvo e lindo. Sabe como é, caso o diretor não tivesse terminado de se masturbar quando estava editando as cenas de surtação que ele tanto gosta…

Moral da história é que Noé e sua família (com exceção do filho do meio que percebeu que como ia ter que passar o resto da vida na punhetinha decidiu picar a mula e ir lá morrer de malaria do outro lado do morro) começam uma vida nova com os malditos fucking babies gemeas da Hermione cujo filho mais novo do Noé já estava olhando com uma cara de “Gemeas, huh? E aí princesas, voces vem sempre aqui? Tigronas, mi-au”

108084-pingu-swiggity-swooty-im-comin-NoBjSe as piadas sobre incesto e pedofilia nesta resenha soaram grosseiras e de mau gosto…
É um bom sinal, quer dizer que eu consegui transmitir bem a idéia do filme 🙂

E Deus… bom, com o que aprendemos sobre Deus ele tem tanta coerência e um ciclo de atenção tão longo que já deve ter esquecido tudo isso e começado um novo mundo em que as pessoas tem polegares opositores do lado de fora da mão. Porque ASSIM o plano infalivel dele não falharia, naturalmente.

Pqp, que babaca viu…

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Nóe tenta ser uma história de amor, um drama familiar, um filme de guerra, um filme catástrofe, um filme do Aronofsky (que já é um gênero próprio) e um épico de fantasia ao mesmo tempo mas no fim consegue ser só um filme chato e constrangedor. A tentativa de tirar uma história de verdade da fantasia é louvável mas não quando ela termina mais esburacada e sem sentido que a obra original.

E embora eu AME de verdade um cinema trash vergonha-alheia o filme também é cansativo e longo demais para ser recomendado pelo fator ruindade (tivesse uma hora a menos eu já tinha encomendado três cópias do filme para minha galeria de vergonha). Poderia ter sido criativo e épico, mas o direitor preferiu aproveitar o tempo para se auto-glorificar (fisicamente, sobretudo) a escolheu as saídas faceis e clichê mesmo quando estas não faziam sentido nenhum, Não que muita coisa nesse filme faça, de qq maneira…

Acho que a velha máxima “o livro é melhor” também se aplica aqui.

 

 

 

3 thoughts on “[CINEMA] NOÉ (NOAH), resenha

  1. Oi adorei sua resenha…mas vc já leu o livro reverso escrito pelo autor Darlei… se trata de um livro arrebatador…ele coloca em cheque os maiores dogmas religiosos de todos os tempos…..e ainda inverte de forma brutal as teorias cientificas usando dilemas fantásticos; Além de revelar verdades sobre Jesus jamais mencionados na história.. ..acesse o link da livraria cultura ou da saraiva e digite reverso…a capa do livro é linda ela traz o universo de fundo..abraços.

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