[CONTO] Ninho do Corvo, de Luís Henrique da Cunha.

Em agosto, o Luís Henrique me procurou, pedindo que eu avaliasse um conto que ele havia escrito para um concurso promovido pelo Clube Literário Marconi Montoli, de Formiga, Minas Gerais. Sugeri algumas pequenas correções, mas a avaliação final foi bastante positiva. Eu realmente gostei do conceito, das cenas de ação, e da reviravolta final.

[CONTO] Existopia

O grande guerreiro Azedo lutava contra um monstro assustador de quatro metros. Ao decepar seu braço, a criatura enfurecida correu mais rápido em direção a ele, e ao se aproximar o atacou audaciosamente, ferindo o bravo guerreiro Azedo em seu rosto, e quase arrancando seus olhos. Foi quando ela paralisou e caiu para trás, com a…

[CONTO] Ziggy Stardust

1 Oi. Meu nome é Ziggy. E eu sei ler. E escrever também. Estou tão emocionada. Nenhum outro zumbi sabe. Eles só ficam tipo “uaaaaaan uoooon” e revirando lixo por aí. Não sei pra quê fazem isso, já que eles nem comem. Eu também não como, estou morta. Nem sentir gostinho de nada eu consigo.…

[A.Lice] Karasu (Capítulo 1: Perseguição, Retaliação)

Anteriormente em A.Lice: Sarah Cruz: Prólogo – Capítulo 1 | Gessica: Prólogo – Capítulo 1 Karasu: Prólogo | Rodrigo: Prólogo | Bispo: Prelúdio Aglomerados estelares e sombras de destroços flutuantes refletiam na superfície de um lago, abraçando e circundando uma figura alada que boiava nas águas. Havia voado por um turbilhão caótico de sensações e consciências descartadas. Caiu aleatoriamente. Inconsciente. Um velho com traços…

[CONTO] LIMIAR, Parte 3.

Anteriormente em Limiar: Parte 1 – Parte 2 Na Academia Pós-Contemporânea de Filosofia, Arte e Ciência do Inferno, havia um pátio inteiro dedicado aos estudantes. Desde que o cruel braço esquerdo de Deus fora derrubado do trono de Hades por rebeldes do mundo inteiro que morreram e ali foram parar, anos de paz e otimismo reinaram…

[A.Lice] Karasu (Prólogo)

Anteriormente em A.Lice: Sarah Cruz: Prólogo – Capítulo 1 Gessica: Prólogo “É primavera. Os ventos trazem a fragrância das pétalas. O canto dos pássaros duela em um dueto com o farfalhar das cerejeiras.” Assim escrevia a jovem oriental, de cima para baixo, treinando sua caligrafia. E, de fato era primavera, uma lembrança não tão distante…