[ANIMES] FULLMETAL ALCHEMIST: 2003 OU BROTHERHOOD?

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Em 2003 o mangá da moda no Japão foi adaptado para anime e, como ainda é praxe nessa indústria vital, o mangá ainda não tinha terminado de ser publicado. Normalmente isso é resolvido com sequências monstruosas de fillers (ou seja, meses de episódios “taca qualquer coisa aí pra encher linguiça”), porém, dessa vez, algo diferente foi tentado. A autora do mangá disse para a equipe de produção do anime: “Ok, façam o que quiserem! Estou curiosa para ver o que vocês farão com esse cenário“.

E foi isso que o estúdio Bones fez. Fullmetal Alchemist, de 2003, é um dos mais icônicos animes de todos os tempos. Se duvida, eu preciso apenas te mostrar essa imagem:

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Edu… wado..

Feels, huh?

Pois bem, em 2012 um anime baseado no mangá completo (que terminou de ser publicado em 2010) foi feito, e esse é Fullmetal Alchemist: Brotherhood. Até hoje FMA: B é o anime mais bem avaliado da My Anime List, o anime número um do maior site ocidental sobre animes.

Assim sendo, havendo dois animes baseados no mesmo mangá, é inevitável que, em certo ponto, seja levantada a questão: qual é o melhor? Bem, vamos ver um pouco mais de perto sobre isso.

FMA 2003 é um anime bem triste e pesado, que se passa em um mundo onde a magia (chamada de “alquimia“) existe sob regras cientificas, a tal ponto que ela foi burocratizada e estatizada. Os alquimistas trabalham para o governo, e você pode imaginar que não tem como sair coisas boas daí. Bastante baseado em Frankenstein, versando bastante sobre moralidade e ética cientifica, Fullmetal Alchemist conta a história de dois irmãos que tentaram quebrar os tabus da alquimia e ressuscitar sua mãe morta.

Para a grande surpresa de todos os envolvidos, as coisas deram fenomenalmente, estupendamente erradas:

Edward Elric perdeu sua perna na brincadeira, e seu irmão Alphonse perdeu o corpo inteiro, porque alguém aqui tem que ser o Luigi dessa família, né? Então, de improviso, Edward sacrificou seu braço para selar a alma do irmão dentro de uma armadura, que por acaso estava por ali. A primeira cena, a que abre o anime, mostra justamente isso, e é algo profundamente perturbador.

E o tom não fica mais positivo durante todo o curso do anime.

O que é engraçado, porque o mangá, e por consequência o anime de 2012, não segue essa linha de forma alguma. Ele é muito mais “por que vocês estão falando dessas coisas complicadas, caras? Eu só queria fazer uns poderezinhos para ter uma lutinhas shonen e tal!”. O meu ponto é que FMA: B é um anime muito mais leve – e com cenas de luta melhores, também. Com efeito, a coisa é tão discrepante que eu gostaria de elaborar um pouco mais o sobre as diferenças entre os dois.


PONTO 1:  Joss Whedon uma vez disse: “Make it dark, make it grim, make it tough, but then, for the love of God, tell a joke!”.

Como eu já disse, o anime original é bastante pesado e, mais frequentemente sim do que não, melancólico. Mas isso não quer dizer que seja um filme do Zack Snyder também. Não é como se FMA fosse completamente desprovido de humor, sobretudo o complexo que Edward tem em ser chamado de baixinho, ou suas picuinhas com o coronel Mustang.

FMA: B me lembrou bastante Guardiões da Galáxia 2, que mal consegue ter uma cena séria sem alguém fazer uma piadinha para a coisa não ficar “densa” demais. Sabe aquela cena em que os personagens estão falando coisas sérias sobre os seus sentimentos e, então, alguém anuncia que vai dar uma mijada com essas exatas palavras, porque “hey, não vamos ficar muito sérios aqui, hã?” ? Então, FMA: B tem muitos momentos assim, e isso verdadeiramente me incomoda.

O anime tem um timing humorístico péssimo, e parece gastar muito tempo e energia tentando não ficar pesado demais porque, hey, isso é um mangá shonen, e não Manchester à Beira-Mar, certo?

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PONTO 2: A Profundidade.

Este é outro ponto no qual eu acho que o anime de 2003 se sai melhor. Existe um elemento no anime de 2003 que eu senti mal aproveitado em Brotherhood: a culpa que Edward carrega pela situação do irmão.

Veja, no original Alphonse entende alguma coisa de alquimia, mas nem de perto é tão bom quanto Edward. O que significa que ele meio que entrou de gaiato nessa história, e isso acabou custando o corpo dele, e esse é um motivo para Ed se culpar muito pelo que aconteceu com o seu irmão.

Com efeito, Al se mostra preocupado (e sem entender muito) com a tentativa deles de ressuscitar a mãe, e dá a entender que, se fosse só por ele, ele não estaria fazendo nada daquilo. Para piorar ainda mais, quando a merda bate no ventilador e Al perde o seu corpo, Ed piora ainda mais as coisas e, ao invés de deixar seu irmão morrer, como seria o ciclo natural da vida, faz uma gambiarra para prender a alma do irmão dentro de um objeto. Imagine o que aconteceu com a Buffy, só que pior, porque ela não voltou para o corpo dela, e sim para dentro de uma armadura, que literalmente não consegue sentir nada.

Que bosta que tu fez, hein, Ed?

Em Brotherhood, Al é um alquimista tão bom quanto, senão melhor, que Edward, e todo o peso “eu fodi com a vida do meu irmão” não existe realmente. Mais importante que isso, ele decide abertamente que tentar ressuscitar a mãe é uma boa ideia. Ele não é uma vitima arrastada para o meio da merda toda, ele deliberadamente entrou na fila para pegar seu prato de merda.

A única coisa de que Ed pode se culpar é que ele deu mais sorte que Al (ele perdeu “só” uma perna no processo). Mas qual o peso emocional de se culpar por algo que é apenas sorte?

Novamente, vários aspectos do anime são levados com  o mesmo grau de leviandade. Por exemplo, a Pedra Filosofal (um item que, dizem as lendas, permite dobrar as regras da alquimia, e que é algo que os irmãos procuram para recuperar o corpo de Al) deveria ser um dispositivo de trama importante e esquivo, que até mesmo os homúnculos sobre-humanos não podiam criar por conta própria. Quer dizer, é “A” Pedra Filosofal. Eu não preciso explicar muito sobre isso, né?

Em Brotherhood as Pedras Filosofais existem aos borbotões, e são distribuídas como se fossem bala. Sem mentira, elas são usadas como se fossem shurikens em Naruto, e metade do anime você fica se perguntando “ok, mas, então, se tem tanta dessa merda por aí, Al não recuperou o seu corpo por…?

Ed diz que eles não querem usar as Pedras Filosofais porque elas são feitas a partir de sacrifícios humanos (o que me leva a deduzir que esse anime se passa na China, porque vai ter gente pra sacrificar assim lá na casa do caralho). Beleza, eu consigo entender isso… Mas, então, antes da metade da série, ele descobre OUTRA maneira de recuperar o corpo de Al, sem precisar sacrificar ninguém, e simplesmente não usa!

E é uma maneira tão simples que ela acaba sendo usada no finalzinho… NO MEIO DE UMA LUTA, de tão simples que é! Ah pára, caras! Vocês estão ao menos tentando?

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PONTO 3: o drama

Quando eu assisti pela primeira vez o original, eu fiquei vários dias abalado com o que aconteceu com a Nina. Isso porque a série levou vários episódios desenvolvendo a personagem, sendo uma menininha agradável em uma situação sofrida. E, então, algo terrível acontece com ela.

Isso fez a série soar muito mais forte. Uma garota inocente que eu conhecia e com quem me importava pode morrer de maneira tão horrível devido ao seu próprio pai. Não é um mundo perfeito, onde os inocentes são sempre salvos no último minuto pelo herói da história.  Na verdade, não passa a sensação de que os irmãos Elric conseguem realmente ajudar muita gente.

Em Brotherhood a personagem é apresentada e morta (mais ou menos) em menos de um episódio, e a única reação que causa em você é “ah, eu lembro dessa cena do anime de 2003”. O que acontece com a Nina é uma coisa muito importante, porque é a epítome de tudo de errado que pode ser feito com a alquimia, e é um marco que os irmãos Elric carregam para o resto da vida (como se eles precisassem ser lembrados disso, mas você entendeu o ponto).

Essa sensação de que o drama está sendo “corrido” permeia todos os elementos dramáticos da série, e antes da metade você nem lembra mais quem foi o major Hughes.

E não só isso, os coadjuvantes faziam você sentir empatia por eles. Ninguém se importou quando a Martel morreu em Brotherhood. Ela apareceu em um episódio, e foi usada basicamente como uma personagem descartável. No original eles realmente te deram a chance de se identificar com ela, e tornaram sua morte muito mais trágica.

O mesmo vale para os homúnculos, sendo a Luxúria o pior caso. Ver uma personagem trágica com um background complexo ser substituído para fazer dela apenas outra femme fatale genérica com peitos grandes é realmente triste. A história da Luxúria e a vida passada dela foram um dos principais apelos do original. A Preguiça é outro grande exemplo disso. De um dos personagens mais trágicos do anime virou apenas um gigante estúpido e forte.

A prova mais cabal de tudo isso é a forma como os homúnculos são criados. Em Brotherhood o vilão central apenas cria um general do mal magicamente da bunda because aquelas lutinhas não vão se fazer sozinhas, ora bolas. No original é, como você pode imaginar, algo bem mais pesado, complexo, e que esfrega na cara dos personagens os erros do seu passado.

PONTO 4: a alquimia

Nos dois animes, eu posso dizer que realmente não entendi como a alquimia funciona. Mas por motivos diferentes.

No primeiro, é suposto que não deve ser entendido. Funciona como boa magia deve funcionar em qualquer cenário: o espectador deve entender que existem regras sólidas, mesmo que ele não saiba exatamente quais são elas. O principio básico da alquimia é a “troca equivalente“, em que os alquimistas não podem realmente criar nada: apenas transmutar uma coisa em outra forma.

Adicionalmente, tem algo de místico nisso. Os alquimistas estão mexendo no código-fonte de todo universo, e isso não é algo que seja feito levianamente ou sem consequências. Pouco surpreendentemente, existem bem poucos alquimistas no mundo, e aqueles que existem têm a opção de trabalhar para o governo, senão…

Em Brotherhood eu não entendi como a alquimia funciona, porque não existe realmente uma regra. Eu não vi um único motivo pelo qual qualquer pessoa não possa fazer alquimia. Mais ou menos da mesma forma que a magia em Harry Potter sempre me incomodou, com exceção das maldições imperdoáveis, os livros nunca te dão nenhum motivo para acreditar que qualquer um não poderia fazer aquilo. É dito muitas vezes que Dumbledore consegue fazer coisas que os outros bruxos não fazem porque “ele é muito poderoso”, mas eu nunca tive nenhum lampejo do que “poderoso” poderia significar em termos práticos.

Para realizar alquimia você tem que desenhar um esquema bastante especifico no chão (que é o que “hackeia” o universo), e ter em mente uma compreensão bastante grande do que você está fazendo e no que está mexendo em um nível quase atômico. Isso é o que faz Edward tão especial, porque ele consegue fazer alquimia sem precisar desenhar nada.

Só que como desenhar círculos no chão não daria boas cenas de luta, praticamente todos os alquimistas do anime contornam a necessidade do circulo de maneiras bem bobas. É tão simples e tão fácil que eu não vejo porque QUALQUER PESSOA daquele mundo não está usando alquimia também.

Mas o que é pior mesmo é que, em Brotherhood, a alquimia parece claramente algo inventado pelo autor na última hora, porque as pessoas não reagem como se vivessem em um mundo onde essas coisas existem.

Me deixe dar um exemplo: em determinada cena o exército está perseguindo o coronel Mustang e alguns outros, que fugiram em um caminhão de sorvete. O que Mustang faz? Usa alquimia para mudar a aparência do caminhão de sorvete para um caminhão genérico… E, com isso, passa pelo ponto de controle do exército sem nenhuma dificuldade, porque “eles estavam procurando um caminhão de sorvete”!

Mas, vem cá! Puta merda, eles não sabiam que estavam procurando um alquimista que podia fazer isso literalmente estalando os dedos? São personagens que cresceram em um mundo onde mesmo quem não é alquimista compreende que esse tipo de coisa existe e que não é difícil de fazer! Mas como ninguém pensou nisso por um minuto sequer?

Em outra cena, Van Hohhoenheim está trabalhando na construção civil para ajudar a reconstruir uma cidade. Tipo, fisicamente: levantando paredes, colocando fundações no muque, todas essas coisas. Mas, vem cá, ele poderia fazer o trabalho de um ano inteiro em menos de dois segundos! Literalmente!

Seria como os bruxos em Animais Fantásticos consertarem a cidade que foi danificada pegando um saco de cimento ao invés de só agitar as varinhas! Eu ainda entenderia se o argumento fosse que ele não queria chamar atenção, ou queria sentir a dignificação pelo valor do trabalho, ou qualquer coisa assim… Mas não, depois de meses trabalhando desse jeito, ele resolve cagar alquimia no meio da rua, apenas porque a cena seria mais rápida desse jeito!

Ah, mas vão se foderem! Essa construção de mundo não faz o menor sentido!

A coisa é feita tão de qualquer jeito, que metade das pessoas que vê que Edward não tem um braço já deduz que ele tentou transmutação humana. Espera, isso não era um tabu? Que nem mesmo os alquimistas sabem direito o que acontece? Porque, do jeito que é falado, parece uma coisa muito óbvia e de senso comum. Tipo “ah, você pulou do telhado e quebrou a perna”. E aceitam isso de boa.

No original de 2003, poucas pessoas sabem o que eles tentaram fazer, e as que sabem tratam isso como algo muito mais frankensteiniano. Eles cometeram uma atrocidade contra todas as leis da natureza e são tratados de acordo, não como algo que é recebido com um sacudir de ombros e “ah, essa juventude de hoje em dia, né?”.

Meu ponto é: em Brotherhood, a alquimia tem o poder de transmutar qualquer coisa, desde que não seja importante para a cena. Um rádio quebrou? Consertamos! O pneu do carro furou, e é importante que os personagens cheguem atrasados para propósitos dramáticos? Ish, melhor ir a pé…

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PONTO 5: o final

Se tem algo que Brotherhood leva uma boa vantagem sobre seu irmão mais velho, esse seria no desenvolvimento geral da trama. Desde o começo a história aponta para onde quer chegar, e vai que vai quicando nessa direção. Com efeito, os episódios mais interessantes do anime são entre o 20 e o 35, quando os heróis ainda estão tentando entender qual o plano do vilão, e como ele usou o governo ao longo de séculos para construir esse momentum.

Melhor ainda, nossos heróis passam a série toda arrecadando aliados e recursos que serão utilizados nessa grande batalha final, que necessariamente envolve um golpe de estado, já que estamos falando do exército com hierarquia e recursos, não de um big bad guy que, se for derrotado, seus minions apenas vão dizer “Bem, era isso… Sinuquinha às 8h, galera?”. Pois é, Voltron é melhor que Senhor dos Anéis nesse aspecto. Lide com isso!

Mas, dizia eu que essa é a parte realmente interessante de Brotherhood. Por outro lado, o anime de 2003 não tem tanto senso de propósito assim, e não diz muito bem onde quer chegar – mesmo que o plano da vilã seja similar ao do big bad guy de Brotherhood. Tem até uns episódios fillers bem tosquinhos, na verdade. Sem duvida o desenvolvimento dos eventos – não dos personagens – é o ponto fraco da série de 2003, e exige uma boa dose de fé para ser apreciado

De qualquer forma, depois que o inimigo final é estabelecido, Brotherhood perde todo o seu charme. Basicamente, é um cara mau como um pica-pau que quer absorver todo mundo e se tornar Deus. Mas, puta que me pariu sabanta berepecanta, Japão! De quantos caras maus que querem absorver o mundo todo e se tornar Deus vocês precisam? Tamerda mesmo, viu…

E, pior que tudo, toda aquela coisa de conseguir aliados, recursos e organizações do desenvolvimento do anime vai pro ralo, e o que temos é uma batalha final de anime. Que é uma luta muito boa até, mas não tem nenhuma diferença realmente entre qualquer luta contra os membros da Akatsuki em Naruto, por exemplo. Não é ruim, mas não é nada espetacular também.

A grande diferença é que, enquanto o final de FMA: B é o que você poderia esperar de um anime shonen (o vilão é derrotado, e todos são felizes vendo o pôr-do-sol); a série original se permite ser um tanto mais ambiciosa. Em uma reviravolta agathachristiana, são propostas questões bem inteligentes sobre a alquimia, que estavam ali desde o começo da série, e que nós apenas nunca fizemos a pergunta certa.

Então, nesse quesito, eu diria que estou dividido. Brotherhood ganha pontos por fazer o feijão com arroz básico, mas bem feito. A série de 2003 ganha pontos pela ambição, mas sem ter o mesmo polimento.

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Essa cena do final de FMAB, por exemplo, é muito bonita. Só que ela dura, tipo, 3 segundos. Sem mentira! Puta merda, custava tirar um minuto de luta de anime genérica para mostrar coisas como essa?

ENTÃO, QUAL DOS DOIS É MELHOR?

Bem, é subjetivo. Basicamente, FMA 2003 se separa do enredo do mangá em torno dos episódios 25-30. Enquanto Brotherhood vai até o fim com a trama dos mangás (o que não quer dizer muita coisa na prática, abacaxi na bunda de quem precisa de uma figura de autoridade te dizendo o que você pode gostar). Pessoalmente, acho que o anime de 2003 é muito único na forma como ele lida com as coisas, enquanto que Brotherhood é apenas seu Shonen de sempre, levemente melhorado. Porque, por mais que eu tenha falado de problemas do anime nesse texto, ainda assim é um shonen super decente. FMA 2003 é mais sombrio e tem um foco mais no drama, enquanto Brotherhood foca mais na comédia e na ação.

Pessoalmente, eu prefiro o primeiro do que o segundo. Mas, novamente, tem a coisa de que eu não sou o público-alvo, como esse tipo de obra. E, bem, de qualquer forma, essa é apenas minha opinião.

2 thoughts on “[ANIMES] FULLMETAL ALCHEMIST: 2003 OU BROTHERHOOD?

  1. Excelente critica, Acho que sem duvida a melhor que ja li sobre FMA, o começo do anime de 2003 é simplesmente muito melhor…porem FMAB a trama se encaixa direitinho, flu e ao longo vemos sim um desenvolvimento incrivel de personagens..inclusive dos secundarios…e pra mim foi o mais importante, fico com o FMAB pelo conjunto da obra.

  2. Pera,acho que eu vc estávamos assistindo dois Fmas Completamente Diferente pq pra mim ambos focavam em Batalhinha shounens,sem mencionar que o Fma 2003 tem um monte de Episódio filler sem nexo com a História e é Literalmente um melodrama shounen(Constantemente me perguntava se eu estava vendo um anime ou uma novela da Globo)sem mencionar o Final deux ex Machina que até hj ninguém conseguiu explicar que aconteceu ali.

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